Mostrando postagens com marcador Mensagens Subliminares. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mensagens Subliminares. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Mensagens subliminares no desenho Smurfs-BLOG DESPERTAI


Mensagens subliminares no desenho Smurfs-BLOG DESPERTAI
Na segunda parte da trilogia dos Smurfs com lançado em julho de 2013, aparecem grandes quantidades de simbolismo Illuminati, em uma tentativa de manipular as mentes das crianças impressionáveis, ​​que sem dúvida também arrastaram os seus relutantes pais ao filme.


O desenho animado do “Smurfs” já existe há anos, mas ninguém atentou o suficiente para ver algumas de suas mensagens ocultas. Pelo simples motivo deles sempre tentaram expressar fortes valores morais, descrevendo atos de bondade ao próximo, sendo essas pequenas criaturas fofas e amáveis, esses fatores tornam difícil de acreditar que seu escritor e criador Peyo, Pierre ”Cullimore”, que faleceu em 1992 com a idade de 64 anos, foi um nazista e filiado a Klu Klux Klan. Olhando para os diferentes aspectos do próprio desenho animado, talvez não seja tão inacreditável assim.

Os Smurfs sempre trouxeram a proposta de darem às crianças uma mensagem de moral no final de cada desenho. No entanto,primorosamente equacionado ao longo de cada enredo aparentemente inofensivo, há uma mensagem mais profunda, mais obscura. Neste artigo vamos estudar o simbolismo Illuminati presente no show e nos aprofundar no seu significado subjacente.

Por exemplo: O bandido (Gargamel) dá a um Smurf uma moeda na esperança de que ela vá torna-lo ganancioso. O plano funciona na tranquila aldeia Smurf. No final, tudo é resolvido quando o Smurf em questão, compartilha sua riqueza recém-descoberta com seus amiguinhos azuis. Seria apenas coincidência que o “cara mau” tenha um nome judeu e assemelha-se alguém de ascendência judaica? Por que foi tão terrível para o Smurf manterem a moeda que tinham encontrado? Eles tinha todo o direito, porque era sua. No entanto, na estrutura de sua sociedade é errado que um tenha mais do que outro. Isto soa familiar ao socialismo? talvez…


Outro princípio aqui se aplica a quase todas as filmes destinados ao público infantil, como Harry Potter, em que as crianças fingem que pode aproveitar poderes mágicos, que na verdade servem como uma maneira de continuar a puxar as pessoas para estas ”artes” das trevas, o lado obscuro, para que um dia eles fiquem interessados ​​nestes temas vulgares e horríveis e, finalmente, sejam alimentandos pela energia negativa dos Illuminati se assim o desejarem, levando suas almas finalmente para o inferno. Aqui está o básico sobre do porquê das crianças serem direcionadas:

Outro ângulo a partir do qual os ataques televisivos acontecem por meio dos desenhos animados exibidos para as crianças é um truque de publicidade para atrair crianças tão jovens quanto possível para torná-los clientes ao longo da vida, a indústria usa desenhos para transmitir mensagens para essas mentes impressionáveis. Dependendo de quão profundo no buraco do coelho você queira ir, ele s ainda usam crianças para realizarem rituais de magia através de sua imaginação.

Não vi os filmes Smurfs completamente, mas quando mais jovem assistia todos os dias, por isso com toda a sinceridade eu não tenho ideia do que seja, na verdade o filme, eu só vejo os trailers, cartazes, e clipes e posso ver que há bastante jogada de marketing e divulgação da agenda illuminista. Tenho uma percepção bem aguçada e treinada neste quesito. Vamos dar uma olhada em algumas das imagens que vi nos cartazes…

O olho que tudo vê dos Illuminati (como pode ser visto no Grande Selo de os EUA, é uma simbologia egípcia, está em quase todos os vídeos da indústria da música, etc):

Há também os chifres do diabo(abaixo), que é simbolismo para Saturno.

Mensagens subliminares no desenho Smurfs-BLOG DESPERTAI

Os chifres são simbolismo para Moloch, o deus touro a quem as crianças foram/​​são sacrificadas. Isso inclui a cremação nos ritual do Bohemian Grove.

Aqui vemos Smurfete nos dando o famoso sinal de mão do ”o olho que tudo vê”, Olho de Hórus ou Olho de satanás:

Outro cartaz mostra os Smurfs pintando o mundo de azul, mostrando-nos que esta organização globalista(os Illuminati, não a Smurfs) dominam o planeta:

Mensagens subliminares no desenho Smurfs-BLOG DESPERTAI

No enredo para Smurfs 2, Gargamel tenta se aproveitar dos Smurfs “mágicos” (mais uma vez, assim como Harry Potter, influenciam as crianças a acreditarem na magia, que é uma prática ocultista), capturar suaessência, ele precisa sequestrar e fazer lavagem cerebral na Smurfette para que ela possa atuar como os “Naughties.” O malvado feiticeiro Gargamel (Hank Azaria) continua determinado em roubar a essência dos Smurfs e cria, para esse efeito, duas pequenas criaturas (Vexy e Hackus) que são muito semelhantes às pequenas criaturas azuis, no entanto, as suas semelhanças físicas não são suficientes para os aproximar da misteriosa essência, porque esta pertence, única e exclusivamente, ao Mundo dos Smurfs e só pode ser controlada pelos verdadeiros Smurfs. Tal como Vexy e Hackus, Smurfete foi criada pelo Gargamell para roubar essa essência, mas graças à magia do Papai Smurf, conseguiu tornar-se numa Smurfete do bem. Gargamel acredita que o espirito mágico de Smurfete é a chave para transformar Vexy e Hackus em Smurfs, e decide por isso sequestra-la e manipular o seu material genético para assim conseguir ter aquilo que mais deseja, no entanto, este seu maléfico plano corre o risco de ser novamente estragado pelos Smurfs que vão-se unir, uma vez mais, a Patrick e Grace Winslow para salvarem a amiga das garras do malvado feiticeiro. O problema é que Smurfette começa a identificar-se com Vexy e Hackus, e começa a acreditar que não é amada pelos Smurfs nem pertence ao seu mundo.

Esta é uma analogia direta com o que acontece a pessoas como Britney Spears e Katy Perry, como elas passam por uma transformação de seu alter ego depois de assinarem pacto com o Illuminati e passam pelo controle da mente MONARCA / MK ULTRA, a lavagem cerebral que os obriga para entrar em um estado de transe durante a execução. É uma maneira de não encarar a realidade de que venderam a alma para a fama e ao diabo e serem usados para diversos fins, como escravos sexuais, assassinos, ou seja, são agentes da matrix. Para colocar cereja no topo do bolo, Gargamel leva Smurfette à sede dos Illuminati em Paris, França. O detalhe sinistro dessa equação é a semelhança com o que aconteceu em torno da morte da princesa Diana. Ela foi assassinada em Paris no túnel da passagem da deusa da lua (Diana é o nome para a deusa oculto da lua).

Aqui está o cartaz que mostra-nos a “iluminada” Torre Eiffel em Paris, obviamente, uma demonstração de poder illuminati:

Mensagens subliminares no desenho Smurfs-BLOG DESPERTAI

Trilha sonora: apropriadamente, Katy Perry, dubla a voz da Smurfete no filme (s). Nós todos sabemos em seus vídeos expõe a agenda da indústria illuminista, uma tentativa de capturar almas através de acordos contratuais com o diabo. Britney Spears tem uma canção que foi feita especificamente para ser a trilha sonora e está sendo muito rodada nas rádios, chamado Ooh La La, que contem muito simbolismo Illuminati. Mensagens subliminares no desenho Smurfs-BLOG DESPERTAIA vila é chefiada pelo Papai Smurf, o líder que usa chapéu vermelhoentre o grupo que usa barretes brancos pontudos. Da mesma forma, o líder da KKK (conhecido como o Grande Dragão) usa um chapéu vermelho pontudo. Em um episódio, os Smurfs foi lançado um feitiço sobre eles. Quando eles estavam de cor preta, eles se tornaram subitamente maus. Havia também muitos episódios em que eles dançavam ao redor de fogueiras, muito parecido com um dos rituais tradicionais da KKK. 


Outras influências “Nazi” podem ser vistas em ambas as aparências e os nomes de alguns dos caracteres. O vilão da história, Gargamel, é um homem que traz semelhança ou é uma paródia de um homem judeu estereotipado, com cabelos escuros e características faciais proeminentes. Ele mora em um casarão bagunçado. Ele próprio parece imundo. Seu nome descende de uma herança judaica alemã assim como o nome de seu gato Azrael(no brasil é o cruel). Na mitologia judaica Azrael é o anjo que separa a alma do corpo no momento da morte. Entre os Smurfs há apenas um do sexo feminino, com estranhas características arianas,exibe com maior destaque seu longo cabelo loiro. Na ideologia nazista este é um gentio Caucasiano, especialmente nórdico. Hitler levou a crença de que os arianos possuíam o “look” ideal para um nazista.

Um episódio do desenho animado que tem Gargamel em um pentagrama de velas.

CONCLUSÃO


Mesmo que estas observações possam ser consideradas nada mais do que especulações, não há como negar as evidências encontradas na vida do criador dos smurfs. Na verdade, muitos espectadores podem optar por não acreditarem nisso pelo simples fato de que eles se recusem a admitir que estavam sendo enganados. A verdade subliminar no desenho supostamente objetivo, os contradiz completamente. O show começa ensinando as crianças os bons costumes e valores, como a partilha e amor ao próximo, quando na verdade algumas das mensagens subjacentes da série dizem o contrário. Para o criador, o show deve ter sido perfeito: Um desenho que a primeira vista apresenta o que a sociedade considera bom e justo, misturado com uma forma de expressar sutilmente os pontos de vista e opiniões ocultistas do seu criador illuminista. Suas idéias foram executadas com bastante cuidado para não levantarem suspeitas, portanto, capacitando-o a continuar nesse engano até o dia em que se aposentou, aliás, até o dia em que morreu. Talvez essa lição final seja mais importante, e a mais irônica: nunca confiar no que está na superfície.







quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Mensagens Subliminares do Filme Frozen - Disney


Pastor evangélico afirma que o filme infantil “Frozen induz crianças ao homossexualismo
Recentemente o filme infantil “Frozen” (Frozen – Uma Aventura Congelante, no Brasil), que ganhou o Oscar de melhor animação, foi tema do programa de rádio do pastor norte-americano Kevin Swanson que criticou a produção afirmando que ela leva “perigosas mensagens da homossexualidade e da bestialidade” para as crianças.
– Eu acho que esse filme bonitinho vai doutrinar minhas alunas de 5 anos de idade a se tornarem lésbicas – afirmou o pastor, ao criticar o filme.
O filme, produzido pela Walt Disney, conta a estória da trajetória da princesa Anna em busca de sua irmã Elsa, que fugiu e se exilou em um castelo após acidentalmente condenar o reino de seu pai a um inverno eterno.
Mensagens Subliminares do Filme Frozen - Disney

Ao criticar o filme, o pastor e o co-anfitrião de seu programa, Steve Vaughn, afirmam que quando Anna sai em uma jornada épica para encontrar sua irmã a moral passada pelo filme é de que o amor verdadeiro é entre irmãs não entre uma mulher e um homem. Os dois argumentam que o filme doutrina crianças em tenra idade para se tornarem abertas à homossexualidade, e também à bestialidade, já que o personagem Kristoff, que acompanha Anna em sua jornada, tem um relacionamento “não natural” com o seu animal, Sven.

De acordo com o Hollywood Reporter, as críticas são direcionadas também aos estúdios Walt Disney que, segundo Swanson e Vaughn, é “uma das maiores organizações pró-homossexual do país”.– Se eu fosse o diabo, o que eu faria para realmente estragar um sistema social inteiro e fazer algo realmente, muito, muito mal a crianças de 5 a 7 anos em famílias cristãs ao redor da América? Se eu fosse o diabo, eu iria comprar a Disney em 1984, é isso o que eu teria feito – afirmou o pastor.
Por Dan Martins,...
Mensagens Subliminares do Filme Frozen - Disney
MENSAGENS SUBLIMINARES dos Desenhos/Filmes da Disney, eis então que vimos um Video , sobre o filme '' Frozen ''
E Nele Mostrava MENSAGENS bem Significativas e Realistas. ( Na Minha Opinião).
No Começo Do filme então , Aparece vários '' Cristais/flocos '' De neve Caindo.. E ai? Que encontramos um '' Pentagrama '' Em um Desses '' Flocos '' :


A Palavra '' Sex '' Do Ingles Traduzida para O Portugues Significa '' Sexo ''. Será Mesmo que a Disney não esconde Nada , por trás desses Filmes '' Lindos '' ?

.. Após Isso , Quando elsa já atinge uma certa Idade , Ela não consegue controlar seus Poderes , Sendo assim que Uma parte , Ela aparece , Desesperada ao Lado de Seus Pais. E Foi ai que vimos Que Nem tudo nessa vida é perfeito:

Porém as coisas ainda não acabaram.. Ao decorrer do tempo , chega em fim o dia da Coroação da 'Princesa Elsa ' , E nos Primeiros Minutos dos '' Funcionarios '' Cantando Eis que Avistamos no Desenho.. '' O Olho que tudo vê ''ou alguma coisa Relacionada. :

E Por fim, Pensamos no Criador do Filme .. que também , é criador do Filme '' Enrolados '' E Não é só No Filme Frozen que tem Essas Mensagens.. Já de cara com O Outro filme Identificamos Novamente a Palavra '' Sex '' !

Um Pouco estranha essa Historia... Mais eis que ai estão as provas. Vejam e Tirem suas Próprias Conclusões! :D




LEIA MAIS;
Mensagens subliminares) Frozen MAGIAS, E OCULTISMO


Revelada a Verdadeira Condição Espiritual dos Estúdios Walt Disney

O BLOG DESPERTAI APRESENTA.
Resultado de imagem para Disney
Walt Disney sempre afirmou ser "Entretenimento para a Família" e a maioria das pessoas aceita essa imagem de boa fé. No entanto, o colunista Don Feder expôs a Disney como nociva para as crianças e também para a sociedade como um todo!!

A Nova Ordem Mundial está chegando!Você está preparado?


Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.

Agora você está com a
"THE CUTTING EDGE"
Resumo da Notícia: "Batistas Expõem a Verdadeira Disney", Don Feder, Boston Herald, quarta-feira, 25/7/1997, pág. 27.

"Abençoada Convenção Batista do Sul dos EUA! Por muitos anos, a Companhia Walt Disney estendeu seu dedo médio para os EUA. Uma reação já era esperada há tempos. Em sua convenção em Dallas na semana passada, os delegados votaram maciçamente a recomendação que as 40.613 igrejas boicotem os quiosques da Disney, incluindo seus filmes, parques temáticos, lojas e empresas afiliadas, como a rede de televisão ABC."

"A maior denominação evangélica dos EUA está desencantada com as políticas favoráveis aos homossexuais da Disney. Em 1996, os organizadores dos 'Dias dos Gays e Lésbicas em Walt Disney World' usaram um emblema mostrando o Mickey Mouse e o Pato Donald como dois companheiros 'da gaiola'. A Disney não reclamou."

Nota: Você consegue imaginar a reação de um casal cristão que planejou suas férias com as crianças na Disney World e verifica que o tema atual do parque é 'Dias dos Gays e Lésbicas'? E você também pode imaginar o horror de ver os adoráveis e inocentes personagens, Mickey Mouse e Pato Donald, a quem as crianças foram pré-condicionadas a aceitar, subitamente promovendo o estilo de vida homossexual para os seus filhos?

"Na convenção do ano passado, os Batistas do Sul chamaram o conglomerado de entretenimento ao arrependimento. A Disney respondeu apresentando o episódio da comédia de situação 'Ellen' em que a personagem principal revela sua opção sexual pelo lesbianismo."

Nota: A Disney também fez muita propaganda sobre a apresentação desse episódio. Realmente, 'Ellen' ajudou muito a condicionar os americanos a aceitarem o estilo de vida homossexual. Como você bem sabe, a rede de televisão ABC pertence à Companhia Walt Disney.

"A Disney também anuncia em publicações voltadas para o público homossexual, como a revista 'Out', e ajudou a subscrever fundos para o Grupo de Trabalho Nacional dos Homossexuais e Lésbicas. O presidente Michael Eisner pertence à diretoria de 'Hollywood Apóia', um grupo que realiza sessões de lavagem cerebral nas empresas sobre 'sensibilidade à sodomia'."

Nota: Essas são as palavras de Don Feder, não minhas. Sempre que uma empresa promove sessões de 'sensibilidade', é por que está tentando convencê-lo que o comportamento ofensivo, que é o assunto da sessão, é perfeitamente válido e ninguém deve rejeitar sua participação nele ou, pelo menos, que tolere os outros que estão participando!

"Apoiar os estilos de vida alternativos não é o único pecado da Disney. Um dos principais produtos de exportação do Reino Mágico são os filmes violentos e degenerados. Os sucessores de Walt Disney exibem lascívia e assassinatos, por meio das subsidiárias como Miramax e Hollywood Pictures. Desse modo, a reputação de entretenimento para a família não é prejudicada. O filme 'Pulp Fiction' (Miramax) é quase obsceno. 'The Color of Night' apresenta nu frontal diversas vezes. No Festival de Cinema de Sundance deste ano, a Miramax pagou $2 milhões pelos direitos de distribuição de 'The House of Yes', uma comédia elegante sobre incesto entre irmão e irmã. [Nota: O marketing da Disney está promovendo programas e filmes imorais, condicionando incontáveis pessoas a aceitarem a premissa que 'qualquer comportamento é perfeitamente válido'!! Incesto é a maior vergonha possível, mas a Disney está promovendo isso! Por que não estamos indignados com um filme como esse, que mostra incesto, se ficamos estupefatos quando sabemos que alguém realmente pratica o incesto? Você já parou para pensar que, talvez, o praticante de incesto tenha tirado a idéia de filmes como 'The House of Yes'"?

"Disney (novamente, usando suas fachadas) ataca a religião tradicional com o zelo de um ateísta. O filme inglês 'Priest' (O Padre), distribuído nos EUA pela Miramax, fez a Igreja Católica parecer uma sessão de terapia de grupo. Ele mostra cinco padres problemáticos (um tinha uma amante, outro era lunático), problemas esses que eram atribuídos ao que Hollywood considera a crueldade do dogma católico".

Nota: Todos os segmentos do cristianismo estão sob ataque de Hollywood desde a Segunda Guerra Mundial, com a igreja Católica recebendo a maioria dos ataques. No entanto, surpreende-nos o tratamento severo dado continuamente aos católicos, já que o Vaticano terá um papel crítico na futura Religião da Nova Ordem Mundial! Lembre-se, porém, que todo golpe no catolicismo é considerado um golpe no cristianismo, já que a maioria das pessoas não distingue entre catolicismo e fundamentalismo evangélico.

"Quando uma equipe de filmagem da Miramax apareceu no bairro dos judeus hassídicos em Nova York, em março, para filmar as cenas externas de 'Below the Prince of Rubies', os residentes irados os colocaram para correr. Espertos esses hassídicos. O filme é sobre uma mulher que abandona seu marido hassídico e vai viver com um homem não religioso. Adivinha quem no filme é retratado como um trouxa?"

"No outono, a rede ABC apresentará a série 'Nothing Sacred' — que exibe toda a atitude da Disney pela fé. A comédia de situação é sobre o Padre Ray, descrito como um 'padre irreverente que duvida da existência de Deus e sente paixões lascívias no seu coração'".

"É difícil ser um padre nestes anos 90, diz uma propaganda da ABC. 'Pergunte ao Padre Ray (Kevin Anderson). Em uma manhã, ele quase é removido da paróquia por aconselhar uma adolescente grávida a seguir os seus próprios instintos. Qual a melhor forma de zombar de Roma do que com um padre agnóstico e libidinoso que considera o aborto uma questão de consciência individual?"

"Por mais de cinqüenta anos, a Disney teve um lugar especial no coração das pessoas. Ela dizia aos pais: 'Podem confiar que forneceremos entretenimento sadio para seus filhos'. No entanto, a toxina que ela libera, na tela e fora dela, é totalmente incompatível com o clima social tão necessário para a saúde moral da próxima geração. Independente de o boicote funcionar ou não, os batistas deram um passo importante para desmascarar a face corrupta que se esconde por trás da máscara do Mickey Mouse."

Cumprimentamos o jornalista Don Feder por possuir a integridade moral para escrever um artigo contundente assim sobre os Estúdios Disney. Certamente, os herdeiros do trono do Império Disney conseguiram levar a empresa a uma posição inimaginável ao fundador. No entanto, este artigo não fala quase nada sobre os perigos que a Disney apresenta para as crianças em seus desenhos desde a Segunda Guerra Mundial!!

Você sabia que muitos desenhos dos Estúdios Disney exibem cenas de feitiçaria, as quais as crianças não seriam expostas de outra forma, pelo menos em idade tão tenra? Quando a Disney colocou o manto de um mago no Mickey Mouse e uma vara mágica na sua mão, eles seguiram um rumo totalmente novo e corrupto! Quando o Mickey agita a mão e faz a 'magia' acontecer, isto é feitiçaria. Quando ele faz as coisas voarem pelo ar, isso se chama levitação, que é feitiçaria.


Provavelmente, o exemplo mais gritante de feitiçaria promovida pelos Estúdios Disney é o filme 'Bedknobs and Broomsticks". A estrela é Angela Lansbury, que faz o papel de uma solteirona na Inglaterra durante a Segunda Guerra Mundial. Quando o governo britânico pede que ela cuide de três crianças, que foram removidas de Londres, ela já é uma Bruxa Aprendiz e está se esforçando para aprender mais sobre a 'arte'. Fiquei chocado ao assistir ao filme e ver que todos os tipos de feitiçaria são mostrados claramente, de levitação, à maldições que transformam pessoas em animais, maldições que dão vida a objetos inanimados, e até uma antiga maldição de Astarote. De acordo com os dicionários bíblicos, Astarote (ou Astarte) é a deusa cananita da fertilidade, do amor, da guerra, filha de El com a deusa Asera. Portanto, os Estúdios Disney retratam de uma maneira favorável uma das deusas cananitas. A adoração a essa deusa trouxe julgamento físico sobre Israel, pois provocou a ira de Deus. Parabéns, Disney, vocês encorajaram nossos filhos a pensar bem de Astarote, uma deusa falsa da antiguidade.

A maioria dos desenhos animados da Disney, incluindo os dos contos de fadas ingleses, contém veneno de feitiçaria suficiente para arruinar as mentes de nossas preciosas crianças! Se você não acredita no que estou dizendo, simplesmente alugue alguns vídeos e veja quantas vezes maldições são criadas, quantas vezes objetos voam pelo ar, quantas vezes 'poderes especiais' são invocados para solucionar um problema. Parece que a Disney está ficando muito criativa e audaciosa com o passar do tempo. Nos trailers promocionais de 'Hércules', pude identificar exemplos repetidos de quando a feitiçaria é usada, tanto Magia Branca (o lado do bem) e Magia Negra (lado do mal). Lembre-se, a Disney sempre emprega a feitiçaria da Magia Branca x Magia Negra nos enredos, embora a maioria das pessoas pense que estão vendo os Bons com chapéus brancos contra os Maus com chapéus pretos, como nos filmes de faroeste. Mas, é claro, os filmes de faroeste nunca empregaram feitiçaria em nenhum dos dois lados para ganhar a luta.

Pais cristãos, eu os desafio a alugar e assistir alguns desses filmes dos Estúdios Disney com esta idéia em mente. Vocês ficarão chocados ao ver quantas vezes feitiçaria é apresentada aos seus filhos!!
Os filmes e desenhos da Disney não são adequados para as crianças!! Na verdade, não são adequados para nenhum cristão de qualquer idade. Essa é uma área onde nós, pais cristãos, precisamos fazer uma mudança radical na nossa maneira de pensar. A Disney não é inocente, não é inofensiva e definitivamente não é adequada para nossas crianças.

Lembre-se que o Plano da Nova Ordem Mundial diz claramente que O Cristo não poderá aparecer antes que uma "proporção significativa" da população tenha sido pré-condicionada a aceitá-lo. Qual o melhor lugar para iniciar do que com as crianças?

O fato de que esse pré-condicionamento iniciou ao tempo em que Israel retornou a sua terra em 1948 e ao mesmo tempo em que tantas outras profecias sobre o fim dos tempos começam a ser cumpridas, é uma forte evidência que o fim dos tempos está vindo rapidamente, que está às portas.

Você está espiritualmente preparado? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também poderá usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.

Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.

Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.

Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

Fale conosco direcionando sua mensagem a um dos membros da equipe de voluntários.

Se desejar visitar o site "The Cutting Edge", dê um clique aqui: http://www.cuttingedge.org

Que Deus o abençoe.

O Simbolismo Oculto no Filme ‘2012’






O filme-catástrofe "2012" apresenta a destruição quase total do planeta Terra, de acordo com as previsões feitas pelos antigos maias, há milhares de anos. Enquanto a maioria do filme é centrada em torno de explosões espetaculares e impressionantes efeitos especiais, "2012" também comunica mensagens e simbolismos sobre os planos da elite Illuminati para um mundo novo e a vinda da Era de Aquário.
Lançado em 2009, o filme 2012 de Roland Emmerich joga com o medo e o pânico gerado pela "Profecia  Maia". Cenário apocalítico do filme mostra em detalhes os piores temores de pessoas  sobre 2012: a destruição de tudo e a morte de todos ... bem, quase todo mundo. Enquanto uma boa parte do filme de duas horas e meia é dedicada à destruição e contém muitas referências bíblicas, miológicas e históricas que dá à história um significado mais profundo subjacente. Além disso, uma mensagem específica do filme pode ser entendida pelo modo como a crise tem sido tratado no filme. Ela basicamente diz: "Se algo acontecer, os ricos e poderosos vão viver e o resto de vocês otários vão morrer".




No artigo intitulado Contágio - Como os Filmes de Desastres Condicionam as Massas, discutimos como os filmes de desastres são uma ferramenta importante de indoutrinação apresenta e vende "respostas políticas" específicas a crises graves. Em 2012, a resposta política para o mega cataclisma que ameaça a Terra é bastante desconcertante: a elite mundial está informada sobre 2012 com alguns anos de antecedência, e secretamente planeja sua própria missão de resgate (mantendo as massas na obscuridade) e deixa o mundo para morrer, criando um mundo novo que só é povoado pela elite. Algumas pessoas ''comuns''  conseguem se infiltrar nos navios da elite. Aparentemente, a sua sobrevivência, junto com os ricos e poderosos do mundo, constitui um final feliz.
Quando eu terminei de assistir o filme, eu não estava exatamente me sentindo feliz por ter acabado de pagar alguns reais para assistir a um filme, basicamente, que prevê minha morte e a morte de todos que eu conheço, enquanto a elite embarca em navios gigantes para iniciar um novo mundo.  É um pouco insultante.
O filme prevê com precisão o que vai acontecer em 23 de dezembro de 2012? Provavelmente não (espero), mas eu acredito que o filme usa a tática do susto de 2012 para comunicar mensagens específicas para as massas sobre os planos da elite para uma Nova Ordem Mundial e a vinda da Era de Aquário. Vamos olhar para as cenas mais emblemáticas do filme.
As Preparações
O filme se passa em 2009 e começa com um acontecimento cósmico que desencadeia o cataclismo: Um alinhamento planetário.
2012-1O alinhamento dos corpos astronômicos provoca uma série de eventos que levam à destruição da Terra. Em um nível esotérico, o alinhamento dos corpos astrais é representante do alvorecer de uma nova era - o que alguns chamam de a Era de Aquário
Na Terra, alguns cientistas descobrem que grandes erupções solares estão aumentando a temperatura do planeta . Adrian Helmsley, um geólogo americano, percebe que o fim do mundo está se aproximando rapidamente. Ele corre para Washington DC para informar ao mais alto nível de poder que devem ser tomadas medidas, mas acontece que a elite mundial não só está bem consciente do desastre iminente, mas estavam trabalhando secretamente durante anos em um plano de resgate. A elite estava tomando medidas para preservar as vidas daqueles que são considerados "dignos" e coletaram artefatos mais importantes da Terra para trazer para o novo mundo.
2012-4Nesta cena, a Mona Lisa no Louvre é falsa. A verdadeira pintura foi levada para o mundo  "pós-apocalíptico"
As únicas pessoas que sabem sobre o plano de resgate de 2012 são as pessoas mais poderosas do mundo. Os passaportes também foram vendidos a particulares. O preço? 1 bilhão de Euros por pessoa. Em outras palavras, não há maneira de uma pessoa normal sobreviver. E isso é tudo parte do plano.


Enquanto isso, como de costume, as massas são retratadas como um bando de idiotas, propensos ao pânico e a violência.
2012-33Como é o caso da maioria dos filmes de desastres, as massas são retratados como um "rebanho desnorteado" que não podem agir civilizadamente. Enquanto a elite está planejando sua fuga secreta do cataclisma de 2012, as massas são mostrados em tumultos durante uma reunião do G8. Ao vermos como as pessoas são retratadas em suas reações em tempos de crise, podemos ficar inclinados a pensar: Talvez a elite esteja fazendo a coisa certa ao esconder a verdade das massas...
Esta enorme conspiração contra o público não é um segredo hermético. Algumas figuras proeminentes descobrem a terrível verdade e tentam  alertar o público, mas são rapidamente silenciados.
2012-6Quando o diretor do Louvre descobriu os planos da elite, ele convocou uma coletiva de imprensa para revelar a verdade para o mundo inteiro. Em seguida, ele morre em um acidente "misterioso" acidente de carro, bem antes de fazer  seu pronunciamento
Há fatos interessantes sobre o carro do "acidente" que matou o diretor do museu francês. Primeiro, afirma-se claramente no filme que o acidente ocorre no  mesmo túnel onde a princesa Diana perdeu a vida num estranho acidente de carro, o túnel da Pont de l'Alma. A morte do diretor do museu no mesmo local exato pode ser forma do filme dizer que sua morte foi um sacrifício ritual pela elite. O filme também pode estar indiretamente dizendo: "Se a morte do Diretor do Museu dentro do túnel Pont de l'Alma foi um assassinato disfarçado de acidente, o que você acha que aconteceu com Lady Di?".
Foi descoberto mais tarde que o diretor do museu não foi o único delator que "misteriosamente" perdeu a vida. Muitas outras pessoas que queriam  o bem-estar do público também morreram em circunstâncias estranhas durante os preparativos secretos da elite.


2012-9Teóricos da conspiração dedicam uma parede inteira de recortes de notícias de pessoas que foram mortas pela elite
Toda as tomadas das decisões são feitas pela elite em reuniões secretas e isoladas, envolvendo apenas as pessoas  mais poderosas do mundo.
2012-141Enquanto isso, o público está inquieto, ao ponto das Olimpíadas de Londres serem suspensas. Estaria o filme prevendo eventos vindouros?
Enquanto tudo isso está acontecendo, o governo chinês foi encarregado de construir os barcos gigantescos chamados "Arcas" que permitiria a elite sobreviver a 2012.
Despedida de Atlântida
O herói do filme é Curtis Jackson, um pai divorciado normal, que descobre a verdade e tenta embarcar em uma das Arcas, a fim de sobreviver a 2012.
2012-71Jackson Curtis e seus filhos são informados pelo Exército dos EUA que eles devem deixar o parque nacional. Eles não dizem o por quê, porque ao público não é permitido saber sobre o desastre iminente em 2012
Jackson Curtis é um escritor não muito bem sucedido de um livro intitulado Despedida de Atlântida, que é muito simbólico no contexto do filme. Atlântida é o nome de um continente lendário que ficou submerso por um dilúvio maciço a milênios atrás. A lenda diz que a civilização altamente avançada que floresceu naquele continente desapareceu, mas alguns sobreviventes de Atlântida conseguiram navegar para lugares como Egito, América e Ásia, onde se tornaram grandes mestres para os nativos. Atlântida é de grande importância nos Mistérios da elite ocultista, pois acredita-se que o continente realmente existiu e foi a origem do conhecimento oculto do mundo. Os Atlantes que navegaram para terras longínquas, a fim escaparem do Grande Dilúvio, são considerados os professores dos conhecimentos esotéricos dos antigos egípcios, maias e possivelmente até os celtas. Escolas de mistério, muitas vezes afirmam que a história bíblica do Dilúvio é, de fato, a história do desaparecimento da Atlântida. Eles também afirmam que muitas outras culturas antigas têm histórias semelhantes dentro do seu folclore.
As Sociedades secretas de hoje percebem e referem-se a América como a "Nova Atlântida", um país que foi fundado nos princípios da Maçonaria e Sociedade Rosa-Cruz, os supostos descendentes dos Misteriosos atlantes.
new-atlantis-012Livro de Francis Bacon de 1605 "Nova Atlântida", descreve uma sociedade ideal onde a ciência e a razão iriam governar, de acordo com os princípios da Maçonaria e Sociedade Rosa-Cruz. O livro é dito ser o projeto da fundação da América. Bacon é conhecido por escrever "Conhecimento é Poder", com algumas frases famosas que tem profunda ressonância no Rosacrucianismo e que está em lugar de destaque na Biblioteca do Congresso dos EUA
Enquanto Nova Atlândida Sir Francis Bacon parecia estar prenunciando a fundação da América, a novela de Jackson Curtis Despedida de Atlântida” parece estar antecipando sua destruição. Da mesma forma que Atlântida foi completamente submersa pela água, a América hoje, a base da elite ocultista, é colocada a sofrer um destino semelhante. Os poucos felizardos que vão embarcar em uma versão moderna da Arca de Noé, serão dados a tarefa de fundarem um Novo Mundo - e o filme sutilmente afirma que as instituições irão continuar e que vai desaparecer.
O Desastre
Conforme o filme avança, a Terra começa a aquecer e fissuras começam a aparecer em Los Angeles. Embora seja óbvio que uma grande catástrofe esteja para acontecer, os meios de comunicação social (que estão em conluio com a elite, no filme e na vida real) minimizam tudo em ordem para manter a população calma e alheia ao fato de que o mundo está chegando ao fim. Mas não só elite  parece saber o que está acontecendo, há um cara  , vive nos bosques, um teórico da conspiração  (aparentemente, de acordo com os filmes de Hollywood, buscadores da verdade não pode estar ao nível de chefes, como pessoas racionais).
2012-253Charlie Frost é um teórico da conspiração ,um louco que hospeda um programa de rádio e que gerencia um site não-tão-fantástico. Ele realmente sabe a verdade e ele está certo sobre tudo, mas, no final, ele ainda é retratado como um completo imbecil. Conhecer a verdade não é "legal" em filmes de Hollywood
Charlie Frost descreve tudo o que está para acontecer a Jackson Curtis e ainda oferece-lhe um mapa para as Arcas.
2012-12O mapa para as Arcas são convenientemente colocados em arquivos de "conspiração" por Charlie Frost, junto aos documentos de Marilyn Monroe. Uma piscadela é pouco para um escravo de controle mental


Enquanto o mundo está caindo aos pedaços, os membros da elite recebem uma mensagem importante e ultra-secreta em seus telefones móveis.
2012-113Quando as coisas ficam sérias, membros da elite são notificados de que é hora de embarcar nas Arcas e deixar o resto do mundo morrer
Quando o inferno está  solto na Terra, vários monumentos importantes são mostrados sendo destruídos. Essas cenas não são apenas espetaculares para assistir, mas eles também representam a queda de importantes instituições quando o mundo entrar na Era de Aquário. Em uma cena, o famoso monumento brasileiro, o "Cristo Redentor", é mostrado caindo em uma questão semelhante à maneira como as estátuas de Saddam Hussein caíram após a Guerra do Golfo.
2012-13Isso simboliza a queda do cristianismo, na sequência de uma nova era?
Em outra cena, a Basílica de São Pedro no Vaticano, o "epicentro" da fé católica, aprece desabando sobre fiéis e matando milhares de pessoas que se reuniam para orar.
2012-163Nesta cena simbólica, uma rachadura aparece na pintura icônica de Michelangelo na Capela Sistina, entre os dedos de Deus e Adão - o que pode representar a quebra da ligação entre a humanidade e o divino. O  Novo Mundo é da elite e está desprovido do toque de Deus?
Outras religiões também são mostrados sendo destruídas durante o filme. De acordo com um artigo no The Guardian , 2012 deveria conter uma cena que descreve a destruição da Kabaa, o local mais sagrado da religião muçulmana. No entanto, a cena foi sacada por medo de reação dos grupos islâmicos. O novo mundo da elite, portanto, não é apenas a destituição do do cristianismo, mas de todas as grandes religiões - um dos objetivos da Nova Ordem Mundial.
2012 não só mostram a destruição de monumentos religiosos, mas também dos marcos políticos. Essas cenas simbolizam a queda das nações regulares antes da formação um governo mundial único
2012-171A Casa Branca, símbolo do poder dos EUA, é mostrado sendo atingida por um dos seus próprios navios de guerra levado por uma onda gigantesca. No novo mundo da elite, não se trata de competências nacionais e poderio militar: Trata-se de um único governo mundial e um exército único
2012-151O presidente norte-americano dirigindo a Nação pela última vez. O "líder do mundo livre" simbolicamente fica em Washington DC para morrer com as pessoas normais. Em outras palavras, o representante (supostamente) democraticamente eleito pelo povo não tem lugar no governo da elite do novo mundo
A Arca de Noé da Elite
2012-21Várias dessas arcas gigantescas foram secretamente construídas na China
Enquanto a maioria da população do mundo está sendo morta por inundações e terremotos, os "escolhidos" são levados para a China para embarcarem em arcas gigantescas.
2012-183Nesta clara alusão à história bíblica da Arca de Noé, os animais são mostrados sendo transportados para os navios de helicóptero
O ingresso as Arcas está longe de ser justo e é reservado para aqueles que são "um deles". Por exemplo, o cientista indiano que descobriu a vinda do cataclismo de 2012 é deixado para morrer, enquanto gananciosos bilionários russos têm acesso.
2012-191Claro que, como um membro de elite do mundo ocultista, a rainha da Inglaterra e os seus cães têm acesso aos navios. Porque sua habilidade de usar chapéu vai ser muito útil para a humanidade no futuro
Um bando de cenas inúteis de "suspense" acontecem quando Curtis Jackson e sua família tentam entrar ilegalmente em uma arca. Vendo quantas pessoas foram deixadas para morrer, o cientista Adrian Helmsley faz um discurso inevitável sobre como nós seres humanos devemos ficar juntos e outros enfeites. No entanto, não o vemos dando o seu lugar para ninguém e todo mundo ainda morre ... exceto a elite. Assim, apesar dos monólogos moralistas sobre como cuidar de si, o plano da elite continua bem no horário e somente aqueles que foram escolhidos para sobreviver, o serão.
2012-22Após o desastre, a humanidade entra em uma nova era e redefine a sua agenda para 0001 ano. O calendário anterior foi baseado no nascimento de Jesus Cristo - que é esotericamente associado com a Era de Peixes. A redefinição do calendário significa que era de Cristo é finda. É o início da Era de Aquário
No final do filme, o mundo inteiro está completamente submerso pela água, exceto o Continente Africano. As Arcas partem para o berço da civilização para começar de novo em um lugar simbolicamente chamado de "Topo da Esperança". É este um final feliz? Depende se você está na elite ou for parte do 99% do resto do mundo que morreu.
A Era de Aquário
As escolas esotéricas ensinam que o "Grande Ano Solar" é o período de tempo durante o qual os ciclos do sol através de todas as constelações zodiacais, com duração de cerca de 25.000 anos. A cada 2.000 anos (mais ou menos) o sol entra em uma nova constelação zodiacal e a humanidade, um pouco inconscientemente, adota o simbolismo que se relaciona com esse sinal zodiacal. Por quase os últimos 2.000 anos, o sol estava na constelação de Peixes (representado por dois peixes), o que significa que estamos na Era de Peixes. Curiosamente, o cristianismo sempre foi representado pelo símbolo de um peixe (ou seja, o peixe de Jesus). A cada 2.000 anos, o sol migra para o signo anterior do zodíaco, o que significa que o mundo está configurado para entrar a Era de Aquário.
Ao mostrar a queda de símbolos cristãos e o surgimento de um novo mundo depois de uma inundação maciça, o filme 2012 parece estar anunciando a chegada da Era de Aquário.
240px-Aquarius2O signo astrológico de Aquário é composto por um vaso derramando água. Na mitologia grega, o copeiro é dito ser a causa do dilúvio que provavelmente causou o desaparecimento da Atlântida
Uma vez que o símbolo do signo de Aquário é um homem despejando água e metodologicamente associado com o lendário grande dilúvio, é bastante apropriado para descrever a vinda da Era de Aquário com uma inundação que submerge a Nova Atlântida, também conhecida como América.
Conclusão
Enquanto 2012 é muitas vezes descrito como uma grande orgia de explosões e efeitos especiais, o filme, no entanto, contém uma grande quantidade de mensagens e momentos simbólicos. Suas referências históricas, bíblicas, conceitos mitológicos e esotéricos dão ao filme um sentido mais profundo, aquele sentido que se encaixa com a visão de mundo da elite ocultista de hoje . Enquanto o mundo não irá acabar e queimar em 23 de dezembro de 2012, o filme usa o susto relativo causado pelo calendário maia, para comunicarem os seus planos para o futuro: A queda das religiões, a dissolução das Nações e a glorificação de uma elite selecionada nas costas das massas ignorantes. Tudo o que acontece no filme é notavelmente a par com "dez mandamentos" encontrado na Pedras Guias da Geórgia. Aqui estão algumas delas: "Manter a humanidade sob limite de 500.000.000 habitantes em perpétuo equilíbrio com a natureza", "Unir a humanidade em uma só língua" e assim por diante. A maneira como as coisas vão para baixo também é uma reminiscência das histórias simbólicas contadas nos murais proféticos encontrados no Aeroporto Internacional de Denver e os murais do Bank of America. Ambas as peças retratam um período de grande tribulação, a destruição, e a opressão que é seguido pela fundação de um novo mundo baseado em princípios da elite.
Em um nível mais esotérico, o filme compara a América com a Atlântida, uma civilização avançada que foi destruída por uma grande inundação. Os sobreviventes da antiga Atlântida, que se dizem serem os autores do ocultismo das sociedades secretas, passam a perpetuar o seu conhecimento em todo o mundo.
E, enquanto labaredas solares se fala como sendo a causa do desastre de 2012, grandes inundações são a causa da destruição da Terra. Através desse simbolismo, o filme parece anunciar o fim da Era de Peixes e a chegada da Era de Aquário.
Há, portanto, muito mais para 2012 do que inicialmente encontra o olho. Infelizmente, como é frequentemente o caso na mídia de massa, as mensagens que estão sendo comunicados não são esclarecedoras, nem inspiradoras. Muito pelo contrário, o filme basicamente conta a história de uma conspiração gigantesca contra o público, onde é encobrido a verdade. No final, a elite salva seu próprio rabo e deixa milhares de milhões de pessoas a morrerem. Para completar, essa conspiração é apresentada como a única solução viável para essa crise. É o público que está sendo preparado para uma grande crise que será resolvida com a proclamação de uma Nova Ordem Mundial? Como o cartaz promocional do filme afirma claramente: "Fomos Avisados".
Fonte: VigilantCitizen

O Senhor dos Anéis: Paganismo, Cristianismo, ou Cristianismo


Os pagãos amam O Senhor dos Anéis, enquanto alguns cristãos o defendem, como os autores do livro publicado pela editora Bompastor, Encontrando Deus em "O Senhor dos Anéis". De acordo com 2 Coríntios 6:14-18, o sincretismo a verdade bíblica com o paganismo é aceitável diante de Deus?
"Majestoso, majestoso: não foi exatamente um marco, mas O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel superou a todos, registrando treze indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. O épico de Peter Jackson, baseado em J. R. R. Tolkien, também obteve diversas indicações técnicas e de Melhor Ator Coadjuvante para Ian McKellen, perdendo apenas para o marco de catorze indicações recebidas por Titanic e All About Eve."

Resumo da Notícia: "Os Bastardos Chegaram", Fã Clube Oficial de Peter Jackson:

"Peter Jackson foi homenageado hoje na Casa do Governo, em Wellington. O diretor de 'O Senhor dos Anéis' foi investido como Companheiro da Ordem de Mérito da Nova Zelândia. Seu sócio, Fran Walsh, que co-produziu o primeiro filme, também foi investido como Membro da Ordem de Mérito da Nova Zelândia. Seguindo o prêmio BAFTA da última semana para Melhor Diretor, Peter Jackson diz que é um verdadeiro privilégio receber ainda mais reconhecimento. Ele também está cotado para Melhor Diretor nos Prêmios da Academia, nos Estados Unidos."

Achamos altamente interessante que a página do Fã Clube Oficial de Peter Jackson associe a trilogia de O Senhor dos Anéis ao termo depreciativo "Os Bastardos". Às vezes, temos de ir ao outro lado de uma questão para obter a figura mais clara do que uma pessoa ou um evento verdadeiramente é. Nesse caso, os neopagãos de hoje não tem nenhuma dificuldade em reconhecer o paganismo verdadeiro de O Senhor dos Anéis. Assim sendo, por que os cristãos neo-evangélicos têm tanta dificuldade em reconhecer a verdade a respeito dessa trilogia?

Toda a história é de um total sincretismo, definido como: "Tendência à unificação de idéias ou de doutrinas diversificadas e, por vezes, até mesmo inconciliáveis; amálgama de doutrinas ou concepções heterogêneas; fusão de elementos culturais diferentes, ou até antagônicos, em um só elemento, continuando perceptíveis alguns sinais originários" [Novo Dicionário Aurélio]. A Bíblia proíbe totalmente a "unificação" de crenças, métodos, e doutrinas divinas com as de Satanás [2 Coríntios 6:14-17]. Todavia, é exatamente isso o que auto-intitulados líderes cristãos estão fazendo quando insistem que Deus e Jesus Cristo podem ser encontrados nesse enredo dos mais satânicos.

A colunista convidada Berit Kjos explica a Visão de Mundo Sincretista de O Senhor dos Anéis a seguir. Nos locais apropriados, a Cutting Edge intercalou maiores esclarecimentos sobre o assunto.

"A trilogia de O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien, inspirou mais comentários, criação e seguidores que qualquer outra obra de arte ou de literatura nos tempos modernos. Surpreendentemente, ela também tem sido interpretada — e, portanto, adotada — por aderentes de filosofias radicalmente divergentes, como neopagãos e cristãos evangélicos." [1].
"Ao produzir um mito, praticando a 'mitografia', e povoando o mundo com elfos, dragões e duendes, um contador de histórias... está realmente cumprindo o propósito do Deus, e refletindo um fragmento estraçalhado da verdadeira luz." [2] J. R. R. Tolkien

"...a coisa parece que se escreve sozinha uma vez que eu a inicio..." The Letters of J. R. R Tolkien, [As Cartas de J. R. R. Tolkien], pág. 91.

"Harry Potter e Frodo Baggins, o protagonista de Tolkien, logo batalharão não somente contra o mal mas também um contra o outro para conquistar os corações e as mentes de uma geração", escreveu Brian Carney no artigo "Tolkien Põe Anéis em Potter", publicado no Wall Street Journal em dezembro. "Se há alguma justiça no mundo, Frodo deve vencer." [3].

A corrida ainda não acabou. Ambos os estúdios apostam seu sucesso em livros mais vendidos e na ascensão da popularidade do mito, magia e das forças místicas em nosso mundo pós-cristão. O tema e o entusiasmo de Harry Potter são mais simples, mais compreensíveis para a juventude de hoje, orientada para o visual. No entanto, a mitologia sofisticada de Tolkien conquistou um enorme número de fãs nas últimas décadas.

Ambas as histórias envolvem magos, feitiços, criaturas míticas e encantamentos mágicos. Ambas demonstram a batalha entre um mítico "bem" e o mal. Ambas apresentam a luta de um heróico mago "branco" contra o ameaçador ocultismo das trevas.

Entretanto, Harry Potter maneja sua "boa" magia em um ambiente obviamente ocultista sem nenhuma afirmação de simbolismo cristão. Em contraste, Frodo, o herói hobbit de O Senhor dos Anéis, vive em um mundo que supostamente reflete a verdade bíblica e o amor redentor de Cristo. Mas será mesmo?

O sofrimento de Frodo realmente representa o sofrimento de Cristo? O auto-sacrifício do mago Gandalf tipifica a crucificação? Muitos admiradores cristãos argumentam que "sim". Se têm razão, o que essas comparações realmente nos ensinam sobre a verdade e a redenção?

Ou poderia esse "evangelho" popular estar terrivelmente distorcendo a verdade de Deus? Talvez o próprio Tolkien possa nos oferecer algumas respostas.
O homem e sua mensagem. John Ronald Reuel Tolkien (1892-1973) foi um homem de muitas contradições. Por exemplo:

Em 1969, escreveu uma carta afirmando que "o propósito principal da vida, para qualquer um de nós, é fazer crescer, segundo nossa capacidade, nosso conhecimento de Deus por todos os meios que temos, e sermos movidos por isso aos louvores e graças." [4] No entanto, o foco principal de sua vida foi sua mítica Terra Média, controlada por um "Deus" distante e impessoal, o que pode mais confundir do que esclarecer a natureza do Deus da Bíblia.

Em suas cartas pessoais (muitas estão incluídas em um livro intitulado The Letters of J. R. R. Tolkien [As Cartas de J. R. R. Tolkien]), expressou cautela com relação às práticas ocultistas. No entanto, equipou seu time de heróis míticos — a Sociedade do Anel — com os poderes pagãos que Deus proíbe. Por exemplo, "Gandalf [um mago prestativo] maneja a magia potente... Para batalhar contra os poderes das trevas, Gandalf, o Cinza, pode invocar não somente suas feitiçarias, mas também usar seu bastão de poder e a espada de Elven, Glamdring." [5].

Um católico romano ferrenho, afirmou sua fé no único Deus, que criou o universo. No entanto, seu Deus mítico parou de criar antes de o trabalho ficar pronto, então atribuiu o restante a um grupo de deuses menores ou "subcriadores". Em outras palavras, Tolkien inventou uma hierarquia de deidades que contraria as sábias advertências do Deus bíblico referentes tanto à real quanto à imaginada idolatria. [6].

Você não encontrará esses deuses e espíritos em O Senhor dos Anéis, pois o trabalho criativo deles terminou muito tempo antes de a história corrente começar. No entanto, essa estranha história de criação lançou os fundamentos para todas as outras partes do conto multifacetado de Tolkien. Isto também nos ajuda a compreender os pensamentos do autor e a avaliar a mensagem que divulga por meio de seu mito popular.

O Dr. Ralph C. Wood, professor de Inglês na Universidade Baylor e especialista nas obras de Tolkien, descreveu esses "deuses menores" ou espíritos dominadores. Observe que o Deus reinante parece-se mais como a deidade indiferente do deísmo que o Deus atencioso da Bíblia. Outros "deuses" podem se encaixar direitinho dentro das mitologias nórdica e celta (duas áreas de pesquisa que fascinaram Tolkien):

"No topo está Ilúvatar, o Pai de Todos, correspondendo grosseiramente àquele a quem os cristãos chamam de Deus Pai Onipotente, Criador dos Céus e da Terra. Dele todas coisas procedem, e para ele voltam todas as coisas. Ele é o começo e o fim, aquele que forma todos os eventos para seus próprios propósitos. Ele... raramente intervém em sua criação, preferindo em vez disso trabalhar por intermédio de... quinze seres subordinados...

"Manwë, o Bom e Puro... está mais preocupado com o ar, o vento, as nuvens, e os pássaros que voam. A esposa de Manwë é Varda, a Exaltada. Ela criou as estrelas, estabeleceu os cursos do sol e da lua, e criou a estrela da manhã e da noite Eärendil nos céus. Assim é ela conhecida dos elfos como Elbereth (Estrela-Rainha) e Gilthoniel (Acendedora das Estrelas). Ela ouve os clamores dos homens e dos elfos e vem em sua ajuda e socorro.

"Em seguida vem Melkor ('Aquele que sobe em poder'). Ilúvatar deu a ele maiores poderes e conhecimentos que para qualquer outro Valar... Ele desejou ter seu próprio poder para criar as coisas do nada — dar a elas a existência verdadeira — como tinha o Pai de Todos. Assim, ele buscou no Vazio a Chama Imperecível, perturbando a Música original que Ilúvatar tinha criado para conservar os Corredores Eternos em harmonia...

"Ulmo ('aquele que derrama, ou envia a chuva') é... senhor de águas... habita no Oceano Exterior ou nas águas debaixo da Terra Média, governando o movimento de todos os oceanos e rios. Ulmo se preocupa grandemente com os Filhos de Ilúvatar, aconselhando-os por aparições diretas, por sonhos, ou por meio da música das águas...

"Irmo ("mestre do desejo") é o autor das visões e dos sonhos..." [7].

Juntos, Ilúvatar e os deuses menores sugerem uma mistura não-bíblica de monoteísmo impessoal e politeísmo pessoal, pois somente os deuses menores se envolvem nas vidas das pessoas. Em contraste, a fé cristã baseia-se em uma compreensão clara de Deus como ele se revelou na sua Palavra. Ele somente é Criador e Senhor de tudo, e continua a se envolver na vida do seu povo. Ele não delega esse senhorio para nenhuma outra deidade.

Logicamente, os mitos e as histórias não podem ser mantidas aferidas com a realidade. Ao contrário da verdade absoluta de Deus, os mitos são mutáveis — um produto da procura subjetiva do homem por significado. Nascidos na imaginação humana e sujeitos aos sonhos humanos, são livres para distorcer e estender qualquer "verdade" que supostamente ilustram. Vemos esse processo nas salas de aula de todo o país, em que os mitos do mundo são alterados de modo a fornecer o tipo "certo" de modelos para a planejada espiritualidade global.

O próprio Tolkien nos assegura que não pretendeu ensinar a realidade bíblica por meio de sua fantasia mítica. Em uma carta de 1956, ele escreveu: "Não há absolutamente nenhuma 'alegoria' — moral, política, ou contemporânea — na obra. É um 'conto de fadas'... [escrito] para adultos." Mais tarde, continuou:

"Esta é, devo dizer, uma mitologia 'monoteísta' mas ' subcriacional'. Não há nenhuma incorporação do Único, de Deus, que assim permanece remoto, fora do Mundo, e somente diretamente acessível ao Valar ou Governantes. Esses tomam o lugar dos 'deuses', mas são espíritos criados..." [8].

Todavia, muitos cristãos insistem que a hierarquia espiritual de Tolkien realmente faz paralelo com o relato bíblico. Mesmo Tolkien, a despeito de suas negativas, compara partes de seu mito com aspectos correspondentes da verdade. Entretanto, as semelhanças óbvias tendem a confundir em vez de esclarecer a verdade bíblica. O mito de Tolkien distorce as Sagradas Escrituras o bastante para mudar seus significados e confundir a verdadeira natureza de Deus. Como a tentação da serpente no jardim, as ilusões de Tolkien sobre a verdade apelam para os sentimentos humanos e podem conduzir ao engano.

Por exemplo, seus elfos e magos — as criaturas capacitadas com habilidades mágicas — desfrutam a certeza da vida eterna incondicional. Mas os seres humanos não. Suas vidas — com raras exceções [9] — precisam terminar com suas mortes físicas.

Em vez da esperança cristã de vida eterna, o mundo de Tolkien oferece reencarnação — mas somente para um grupo selecionado. Essa noção popular contradiz as Escrituras, que dizem "... aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo." [Hebreus 9:27]. Interessado nessa contradição, o gerente de uma livraria católica perguntou a Tolkien se ele poderia ter "ultrapassado a linha em matérias metafísicas". Tolkien escreveu esta resposta:

"'A reencarnação' pode ser má teologia (isso certamente, em vez da metafísica) quando aplicada à humanidade... Mas não vejo como até mesmo no mundo Primário qualquer teólogo ou filósofo, a não ser que muito melhor informado sobre a relação de espírito e corpo que acredito que qualquer um seja, possa negar a possibilidade de reencarnação como um modo de existência, prescrita para certas espécies de criaturas racionais encarnadas." [10].

Visto que Tolkien nega qualquer suposto elo alegórico entre seu mito e a verdade bíblica, não é honesto manter suas histórias relacionadas com essa verdade. Nem é sábio continuar afirmando que elas nos ensinam a verdade de Deus. Aqueles que podiam facilmente ser tentados a baixar sua guarda, põem de lado o discernimento, internalizam as sugestões fascinantes e são atraídos pelas imagens ocultas — o oposto da advertência de Deus em Romanos 12:9: "Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem."

A versão em filme de "O Senhor dos Anéis" idealiza o ocultismo e exalta as práticas pagãs usadas pelos personagens "bons". Como Guerra nas Estrelas, Harry Potter e as culturas pagãs do mundo, seduz seus admiradores em um mundo imaginário que usa a magia branca, ou benevolente, contra a magia negra, ou maligna. Ambos os lados dessa imaginada "batalha entre o bem e o mal" usam práticas ocultistas que Deus proíbe. [Deuteronômio 18:9-12]. Quem quer andar com Deus não pode se deleitar nas coisas que ele chama de malignas.

A Sociedade do Anel. O talento de Tolkien como narrador dá vida a esse mundo mítico. Ele faz sentir as ambições fatais do sequioso de poder Lord Sauron, que serve ao maligno Melkor. Portanto, a magia que evitaríamos no mundo real torna-se uma solução bem-vinda no contexto dessa história:

Um jovem hobbit, Frodo Baggins, herdou o anel de seu tio, Bilbo Baggins. Ao contrário de muitos donos anteriores, Frodo resiste ao impulso de guardar o anel e usar sua magia para propósitos egoístas. Em vez disso, inicia uma difícil viagem para destruir o anel amaldiçoado nos fogos de Monte da Condenação, onde ele foi forjado. No entanto, ele não pode fazer isso sozinho.

Três de seus amigos hobbits leais entram na equipe: Sam, Merry e Pippin. Assim também Aragorn e Boromir (dois seres humanos), Legolas (um elfo) e Gimli (um anão). Com ajuda de três outros elfos poderosos, o mago Gandalf os guia pelo caminho. Tolkien descreve a natureza deste último:

"Gandalf não é certamente um ser humano (homem ou hobbit). Não há naturalmente quaisquer termos modernos precisos para dizer o que ele seria. Eu arriscaria dizer que ele foi um 'anjo' encarnado... com os outros Istari, magos, 'aqueles que sabem', um emissário do Senhor do Ocidente, enviado para a Terra Média quando a grande crise de Sauron surgiu no horizonte. Por 'encarnado' quero dizer que eles foram incorporados em corpos físicos capazes de sentir dor e cansaço..." [11].

"Por que eles deveriam tomar tal forma tem que ver com a 'mitologia' dos Poderes 'angélicos' do mundo dessa fábula. Nesse ponto na história fabulosa, o propósito foi precisamente limitá-los e impedi-los de exibir 'poder' no plano físico, de modo que pudessem fazer aquilo para o que foram primeiramente enviados: treinar, aconselhar, instruir, despertar os corações e as mentes daqueles ameaçados por Sauron a uma resistência com seu próprio vigor... Os magos não ficaram isentos, realmente por serem encarnados, ficaram mais propensos a se desviar, ou errar. Somente Gandalf passou completamente no teste, em um plano moral, pelo menos. Na condição dele, seria um sacrifício perecer na Ponte em defesa de seus companheiros... Gandalf sacrificou a si mesmo, foi aceito, ascendeu e voltou." [11].

"Gandalf realmente 'morreu' e foi transformado... 'Sou Gandalf, o Branco, aquele que voltou da morte'." [12].

Esse "anjo" encarnado não pertenceria às hostes dos anjos bíblicos. No entanto, ele se encaixa bem na hierarquia de "devas" ou "anjos" e mestres elevados no elaborado sistema espiritual chamado Teosofia, ou "Sabedoria Antiga". Fundado pela senhora Helena Petrovna Blavatsky, essa mistura esotérica de hinduísmo e ocultismo ocidental recebeu suas doutrinas dos "mestres elevados", ou espíritos-guia, como Dwhal Khul, que canalizaram suas mensagens por meio da médium Alice Bailey.



Fascinação pela Atlântida. A lendária Atlântida teve uma parte importante na cosmovisão teosófica — exatamente como na grande mitologia de Tolkien. Em A Doutrina Secreta, escrita para a Sociedade Teosófica, Helena Blavatsky fala sobre os "espíritos reveladores do Oriente", que trouxeram compreensão sobre a Atlântida e descreveram seu povo como uma de sete raças "raízes" da humanidade.

Incontáveis líderes e místicos, autores e psicógrafos sonham com a Atlântida. Eles incluem o "profeta adormecido" Edgar Cayce (que a vinculou com a "terra Maia"), Rudolph Steiner (fundador da Escola Waldorf) e a dra. Shirley McCune, oradora principal na Conferência do Governador Sobre Educação no Kansas, em 1989. Em seu livro The Light Shall Set You Free (baseado em mensagens canalizadas de vários seres angelicais ou mestres elevados), ela escreveu:

"Os atlantes operavam neste nível superior de existência, conectados ao seu Eu Superior. Com a queda da Atlântida, a humanidade experimentou uma luta pela sobrevivência e ficou atenta ao eu inferior, dominado pela vontade do ego. Agora, após milhares de anos de evolução, a maioria das pessoas esqueceu... como se conectar com as dimensões mais elevadas..." [13].

Tolkien pinta um quadro similar da Atlântida. Ele coloca a lenda na Primeira Era de sua história mítica. A destruição da Atlântida ocorreu na Segunda Era. O Senhor dos Anéis ocorre na Terceira Era. Mas elas todas se encaixam uma com a outra:

"O 'mito' particular que está por trás desse conto... é a Súbita Ruína de Numenor: uma variedade especial da tradição da Atlântida. Isso me parece tão fundamental na 'história mítica' — se tem ou não qualquer tipo de base na história real... que alguma versão dela teria de entrar..." [14].




"Numenor é minha alteração pessoal do mito e/ou da tradição da Atlântida, e a acomodação dela na minha mitologia geral. De todas as imagens míticas ou 'arquetípicas' essa é a mais profundamente assentada na minha imaginação, e por muitos anos tive um sonho recorrente da Atlântida: a onda gigantesca e da qual não se podia escapar avançando do oceano e cobrindo a terra, às vezes escura, às vezes iluminada pelo sol e verde." [15].

"Numenor", explicou Tolkien em uma carta anterior, "tomba e desaparece para sempre com toda a sua glória no abismo. Conseqüentemente, não há habitação visível do divino ou imortal na terra... Assim, o fim da Segunda Era leva a uma catástrofe maior..." [16].

Mito e inspiração. Em "O Senhor dos Anéis: Mitologia Verdadeira", uma introdução a uma série de artigos sobre Tolkien, Leadership U [patrocinada pela Christian Leadership Ministries (Ministérios de Liderança Cristã)] observa que "Muitos críticos zombaram da trilogia como mero escapismo, mas Tolkien a viu como realidade descoberta, que sua fabricação de um mito foi uma tentativa de descobrir o que é real da forma mais clara possível: 'mito verdadeiro'." [17].

A realidade mítica de Tolkien soa um tanto como um oximoro. Mito, por definição, implica em alguma coisa que não é a realidade. O próprio Tolkien nega o elo entre seu mito e a verdade de Deus. Todavia, esse vínculo resiste em muitas mentes contemporâneas — especialmente entre aqueles que gostam da história. Mas pode isso representar a realidade bíblica?

Leadership U continua: "O imaginário bíblico, muitos alegam, é abundante nos contos — que realmente não contêm nenhuma menção explícita a Deus, Cristo ou adoração. Essa aparente ambigüidade deixa muito espaço para os neopagãos e outros apontarem a abundância de deuses, espíritos, fadas e outros personagens míticos e pagãos no texto." [17].

A cultura de hoje está bem acostumada com a ambigüidade. Vemos isso nos anúncios, na propaganda política, nas novas leis que estão sendo aprovadas... Promessas grandiosas estão "em alta"; termos definidos estão "por fora". Estes últimos esclarecem e permitem escolhas racionais em vez da conformidade do "sentir-se bem".

Para ver algo da ambigüidade de Tolkien, alguém poderia olhar para suas fontes de inspiração. Uma vez mais, o estudioso de Tolkien, o professor Wood, pode nos ajudar. Em sua análise de A Question of Time: J. R. R. Tolkien's Road to Faërie, de Verlyn Flieger, ele reconhece que Tolkien foi influenciado pelos românticos do século XIX, como George MacDonald, "visto que seu amigo e companheiro literário C. S. Lewis também foi decisivamente influenciado por eles". Ele continua:

"O que vem como um choque genuíno é a notícia que a mente e o trabalho de Tolkien foram marcados pelas viagens de sonhos fictícios de George Du Maurier, pelas experiências psíquicas de Charlotte Moberly e de Eleanor Jourdain, pelas fantasias de viagem no tempo de H. G. Wells...

"Flieger mostra-nos um Tolkien mais tenebroso e menos alegre do que muitos de seus apologistas cristãos reconhecem. Aqui outra vez ela tem razão: Tolkien foi um homem cuja fé era coberta por sombras e dúvidas... No entanto, se o mérito de um estudo crítico se assenta em sua análise esclarecedora da obra principal de um autor, então o livro de Flieger deve ser falho, apesar de merecer elogios. Ela deixa de esclarecer 'O Senhor dos Anéis' o tanto quanto explica duas obras menores que interessam a poucas pessoas além de arquivistas Tolkienianos... E, como ela encontra Tolkien expressando noções de reencarnação, de viagem física no tempo e de experiências ocultistas nesses pontos particulares em sua ficção, assume que essas noções estejam em ação em toda parte da sua obra."

"Flieger tem razão em argumentar que Tolkien compartilhou sua crítica neognóstica do materialismo decadente e violento de nosso século. No entanto, deixa de ver que Tolkien também resiste ao que é espúrio na tentativa de ter Deus sem encarnação, ou cruz ou ressurreição — em resumo, ter Deus sem Deus..." [18].

Sim e não. Neste ponto, reina a ambigüidade. O mundo mítico de Tolkien realmente inclui um "Deus sem Deus". Um Deus está lá, mas não a cruz ou a ressurreição. Os cristãos, como os pagãos, podem interpretá-lo de qualquer forma que melhor se encaixe em sua cosmovisão ou satisfaça sua luxúria por vôos imaginários dentro dos domínios ocultistas da magia e do misticismo.

Terry Donaldson, fundador e diretor do Centro de Treinamento em Tarô, em Londres, faz esse vôo imaginário parecer fácil. Já imerso nas práticas ocultistas, ele embalou sua interpretação do mito de Tolkien em uma caixa de presente atraente. O título revela a natureza: "O Oráculo do Senhor dos Anéis: Um Pacote Místico com Cartas, Mapa, e Anel para Adivinhação e Revelação da Terra Média". A contracapa explica:

"O reino da Terra Média está dentro de cada um de nós. Portanto, lance o anel de ouro sobre o mapa, e preveja o futuro por meio das cartas. O Oráculo do Senhor dos Anéis é um novo e extraordinário sistema divinatório baseado no bestseller 'O Senhor dos Anéis'... uma história carregada de magia misteriosa." [19].

Em volta da caixa de presente estavam livros de Harry Potter e diversas publicações recentes sobre bruxaria, quiromancia, cartas de tarô e lançamento de feitiços. Juntos, mostram a aceitação crescente de um mundo proibido, que antigamente era considerado com cuidado e prudência.


Essa mudança espiritual está pegando muitos cristãos desprevenidos. Para outros, é necessário pouco mais de um olhar rápido nos mistérios ocultos para atiçar a curiosidade e os desejos que os levam a mergulhar mais fundo no mundo invisível que suas mentes liberaram.

O Senhor dos Anéis não é exceção. Décadas atrás, quando a bruxaria e a magia estavam ocultas da visão pública, os visionários da jovem "Terra Média" não tinham nenhum lugar na vida real para testar as novas sugestões. Isso tudo mudou. Por meio dos livros, dos conciliábulos locais, da Internet e de outras fontes disponíveis, os interessados podem facilmente encontrar tutores e práticas que tornam a fantasia da magia em realidade ocultista prática. Esse fato soberbo torna nosso mundo atual radicalmente diferente dos tempos quando Tolkien e seus amigos compartilhavam suas histórias uns com os outros.

Amizade com C. S. Lewis. Tolkien realmente conduziu o descrente Lewis a uma fé salvadora? Muitos cristãos responderiam "sim" — e, portanto, assumem que os mitos de Tolkien ensinam uma mensagem cristã. Walther Hooper, último secretário particular de Lewis, nos dá uma rápida e parcial visão desse evento.

"Lewis se tornou ateu quando tinha catorze anos", escreveu Hooper em Tolkien: A Celebration [Tolkien: Uma Celebração], uma coleção de ensaios. Aparentemente, o adolescente ficou frustrado com os professores que viam as crenças pagãs como "bobagem". Quando eles não conseguiam mostrar "como o cristianismo cumpriu o paganismo ou como paganismo prefigurou o cristianismo", o jovem Lewis concluiu que o cristianismo era igualmente "sem sentido". [20].

A mente de Lewis foi mudada na noite de 19 de setembro de 1931, o momento mais importante de sua vida. Lewis tinha convidado Tolkien e Hugo Dyson, um professor da Universidade Reading, para jantar. Quando Tolkien saiu de Magdalen às 03h00min da madrugada, Lewis compreendeu o relacionamento entre o cristianismo e o paganismo." Um mês mais tarde, Lewis escreveu a seguinte carta:

"A história de Cristo é simplesmente um mito verdadeiro. Um mito que trabalha em nós da mesma forma que os outros, mas com esta diferença tremenda: que ele realmente aconteceu e a pessoa deve estar contente em aceitá-lo na mesma forma, lembrando que é mito de Deus onde os outros são mitos dos homens; isto é, as histórias pagãs são Deus expressando a si mesmo por meio das mentes dos poetas, usando tais imagens como ele as encontrou lá, enquanto o cristianismo é Deus expressando a si mesmo por meio daquilo que chamamos de 'coisas reais'... a saber, a encarnação real, a crucificação e a ressurreição." [20].

Talvez Lewis, naquele momento, tenha recebido Cristo como seu Salvador e Senhor. No entanto, essa afirmação ainda é insuficiente para dar essa certeza. Dois outros relatos encaixam mais algumas peças.

Segundo Colin Gunton, professor de Doutrina Cristã no Departamento de Teologia e Estudos Religiosos no King's College, em Londres, os três amigos estavam discutindo a veracidade dos mitos. Lewis questionava a compatibilidade do cristianismo com o paganismo, e Tolkien explicava por que os mitos "não são mentiras":

"O homem não é em última instância um mentiroso. Ele pode perverter seus pensamentos em mentiras, mas vem de Deus, e é de Deus que traz seus ideais finais... Não meramente os pensamentos abstratos do homem, mas também suas invenções imaginativas precisam se originar em Deus e, em conseqüência, refletir alguma coisa da verdade eterna.

"Na criação de um mito, na prática da mitografia, e povoando o mundo com elfos, dragões e duendes, o autor... realmente está cumprindo o propósito do Deus, e refletindo um fragmento estraçalhado da verdadeira luz." [2].

O Deus da Bíblia tem uma visão muito mais inferior da imaginação humana que a de Tolkien, e certamente não dá crédito às suas especulações míticas. Em vez disso, ele repetidamente nos adverte que "a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice" [Gênesis 8:21]. Enquanto Tolkien parece ver o cristianismo e a unidade com Cristo de uma perspectiva universal, Deus nos diz que somente aqueles que são "nascidos do Espírito" podem compreender suas verdades e receber seus pensamentos. E até mesmo esse grupo seleto pode ser facilmente tentado a imaginar ou "inventar" mitos e imagens profanas.
Outro relato, C. S. Lewis and Emil Brunner: Two Mere Christians [C. S. Lewis e Emil Brunner: Dois Meros Cristãos], de Mark McKim, nos diz que Lewis "foi em parte conduzido de volta ao cristianismo como resultado de seu amor pelos grandes mitos pagãos e ao conhecimento que tinha deles. No cristianismo, ele concluiu, os indícios e sugestões no pensamento pagão foram cumpridos... Pelo resto de sua vida, e em todos os seus escritos, Lewis afirmou que as fés não-cristãs podiam ser a entrada para o cristianismo." [21]
Como o Dr. Hooper, Mark McKim incluiu uma porção de carta de Lewis a Arthur Greeves:

"...se eu encontrasse a idéia de sacrifício em uma história pagã, não me importaria nem um pouco com isso: novamente, se encontrasse a idéia de um deus sacrificando-se para si mesmo... Gostei muito dela e fui misteriosamente tocado por ela; outra vez, que a idéia do deus que morre e revive... similarmente me tocou, pois não a encontrei em nenhum lugar, exceto nos Evangelhos. A razão era que nas histórias pagãs fui preparado para sentir o mito como profundo e sugestivo de significados além da minha compreensão e apesar de que eu não possa dizer em prosa fria 'o que ele significa'. Agora, a história de Cristo é simplesmente um mito verdadeiro. Um mito que trabalha em nós da mesma forma que os outros, mas com esta diferença tremenda: que ele realmente aconteceu..." [21].

Lewis estava errado em chamar o evangelho "um mito verdadeiro" que funciona "em nós da mesma forma que os outros". O evangelho vive em nós pela operação do Espírito Santo, não pela imaginação humana. A misericórdia de Deus sempre alcançou os pagãos em todo o mundo por meio das vidas sacrificiais de missionários fiéis. Entretanto, seu dom da salvação vem por meio de sua Palavra e do seu Espírito. Os crentes que eram outrora oprimidos por forças ocultas foram transformadas a despeito de suas crenças pagãs, e não por causa delas.

Comentando sobre o mesmo "grande" evento, o historiador Glenn J. Giokaris escreveu,

"Lewis tinha insistido que os mitos eram mentiras, mas Tolkien respondeu, 'eles não são . . . Viemos de Deus,... e refletimos um fragmento estraçalhado da verdadeira luz, a verdade eterna que está com Deus. Realmente, somente pela criação do mito... o homem pode aspirar à perfeição que conheceu antes da queda.'
"Essa conversa levou Lewis a ver que o relacionamento entre as imagens da literatura e o mito de verdade era tal que os mitos inevitavelmente levavam a um ponto em que o mito se encontra com Deus para formar a realidade. Onze dias depois, C. S. Lewis escreveu a Arthur Greeves, 'Passei da crença em Deus para definitivamente crer no cristianismo em Cristo. Minha longa caminhada e discussão à noite com Dyson e Tolkien teve uma grande influência nisso.'" [22].

Descobrir Deus por meio da "fabricação de mitos" pode facilmente conduzir à contemporização. E, quando "o mito se encontra com Deus", produz uma ilusão da fé bíblica — uma fé baseada em uma mistura enganosa da verdade, mito e filosofias humanas. Vemos esse processo enganador hoje no movimento da igreja pós-moderna. Entretanto, há muito tempo, Deus nos disse para...

"Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas [mitos]. Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista; cumpre o teu ministério." [2 Timóteo 4:2-5].

Para estarmos vigilantes e preparados, precisamos encher nossas mentes com a verdade de Deus, não com mitos sedutores. Precisamos vestir a Armadura de Deus inteira — um conjunto de verdades vitais sobre Deus e da nossa fonte de justiça, paz, fé e salvação — então tomarmos uma posição firmados em sua palavra e recusar a contemporização, não importa quão impopular se torne essa nossa posição.

Aqueles que confiam mais em sua imaginação do que em Deus não verão a grandeza de Deus nem tolerarão aqueles que o seguem. É por isso que Jesus advertiu seus discípulos, dizendo:

"Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia. Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu senhor. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa. Mas tudo isso vos farão por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou." [João 15:19-21].
Conclusão


Como você pode ver, o "cristianismo" de J. R. R. Tolkien estava totalmente misturado com o paganismo, uma sincretização no que há de pior. Mas, você sabe, o cristianismo neo-evangélico há muito tempo acredita que não há absolutamente nada de errado com a associação com os infiéis e com os cristãos apóstatas, apesar das instruções bíblicas contrárias. Hoje, esse sincretismo chegou ao ponto em que líderes e membros das igrejas estão sendo levados por caminhos espirituais falsos sem compreender que suas almas estão em perigo.

Hoje, vemos um vice-presidente da Focus on the Family promover um livro que escreveu, intitulado, "Descobrindo Deus em O Senhor dos Anéis" [publicado em português pela Editora Bompastor]! Não há forma alguma de encontrar Deus em um livro enlaçado com malignidade e evidente feitiçaria como O Senhor dos Anéis! O apóstolo Paulo escreveu muito bem:

"Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso." [2 Coríntios 6:14-18].

Essa mistura de paganismo e cristianismo que está sendo feita pela liderança está conduzindo a comunidade cristã diretamente para a religião ecumênica e global do Anticristo e do Falso Profeta. O simples fato de vermos essa inacreditável mistura de paganismo com cristianismo é um sinal seguro que estamos verdadeiramente no fim dos tempos e que o Anticristo está próximo.
Referências: Espadaeti
Veja também: O Simbolismo Oculto em “As Crônicas de Nárnia”
Heroes e o Aparecimento do "Cristo"
Descontradizendo Contradições
O Manifesto de Satanás e 2012 - Análise de ‘Árvores’ - Vintage
O Plano das Seis Etapas Para a Mudança do Comportamento
Judas e a Era de Hórus
Expulso: A Inteligência Não é Permitida

Recomendado Para Você