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Velório Completo- homenagem aos jogadores Chapecoense

Velório Completo- homenagem aos jogadores Chapecoense


Velório Completo- homenagem aos jogadores Chapecoense
O velório coletivo de 50 das 71 vítimas do acidente aéreo com a delegação da Chapecoense foi marcado por homenagens na Arena Condá, em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, no sábado (3). Após a cerimônia, que durou cerca de duas horas sob muita chuva, permaneceram em Chapecó para serem velados 16 corpos.No domingo (4), segundo a RBS TV, o presidente da Chapecoense Sandro Pallaoro será enterrado às 10h no Cemitério Jardim do Eden em Chapecó, e o presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF) Delfim Peixoto será cremado às 16h30 em Balneário Camboriú.

A perda de alguém é um momento de dor intensa e muito difícil de superar. Deixe Deus te ajudar e conforte seu coração com algumas passagens da Bíblia sobre luto.
Confie seu coração e seu sofrimento ao Senhor
“Entregue suas preocupações ao Senhor,
e ele o susterá;
jamais permitirá que o justo venha a cair.”
Salmos 55:22

Tenha fé, não se desespere, pois Deus está ao seu lado e ajudará você a superar esse momento de dor. Confie seu coração e seu sofrimento ao Senhor, pois Ele nunca abandonará você.

A vida não é apenas feita de momentos bons e alegres, mas também de dificuldades e dor, mas são nesses momentos difíceis que devemos aprender lições valiosas, assim como mostrar nossa força e nossa fé. 

É atravessando essas tribulações que temos oportunidade de demonstrar a Deus que confiamos n'Ele, que O amamos sobre todas as coisas e nada abalará nossa fé. Pois Ele saberá recompensar os bons e os justos, aqueles que nunca fraquejam e sempre se mantêm fiéis ao Seu amor. 

Tenha confiança no Senhor e também nas suas próprias capacidades. Ore a Deus para que lhe conceda força e conforto, e assim poder superar este momento de dor.

Deus trará conforto para seu coração
“O Senhor está perto
dos que têm o coração quebrantado
e salva os de espírito abatido.”
Salmos 34:18

Nesta hora de grande sofrimento entregue a Deus suas dores, confie na Sua generosidade e infinito poder, e sinta seu coração confortado pelo Seu amor. Os meus pêsames pela sua perda.

Lamento que esteja passando por este terrível momento, mas Deus em toda Sua sabedoria escolhe o melhor para cada um, mesmo que às vezes não consigamos enxergar. 

Confie plenamente nos desígnios do Senhor, tenha fé, pois Ele jamais abandonará você. Se tiver Deus em seu coração Ele será seu conforto nos momentos de maior aflição, e a luz quando a escuridão invadir sua vida. Fique na paz do Senhor!
Completo - Velório e homenagem aos jogadores da Chapecoense em Chapecó #ForçaChape
Leia mais.

Simpsons previu sabotagem 




OS Jogadores da Chapecoense vítimas do acidente aéreo

OS Jogadores da Chapecoense vítimas do acidente aéreo





 tragédia que atingiu a equipe do Chapecoense na madrugada desta terça (29) matou 19 dos 22 jogadores que estavam no voo para Colômbia, onde a equipe enfrentaria o Atlético Nacional pela Copa Sul-Americana. Três atletas continuam internados após serem salvos pelas equipes de resgate colombianas: Alan Ruschel (lateral-esquerdo), Neto (zagueiro) e Follmann (goleiro).
Confira a biografia dos jogadores que faleceram no acidente.

Danilo (goleiro)

Divulgação/Chapecoense


Marcos Danilo Padilha era paranaense de Cianorte e iniciou a carreira no time de sua cidade natal. Fez a carreira em clubes do interior paranaense com mais destaque no Londrina. Estava em sua quarta temporada na equipe de Chapecó, onde era titular e ídolo. O goleiro tinha 31 anos e era um dos destaques da campanha histórica na Sul-Americana.

Cléber Santana (meia)

Natural de Abreu e Lima (PE), Cléber Santana Loureiro era um dos jogadores mais experientes do elenco. O meia-campista começou a carreira no Sport e passou por clubes como Vitória, Santos, São Paulo e Flamengo. Jogou também pelo Atlético de Madrid, da Espanha. A partir de 2012, começou a rodar pelo futebol catarinense, passando por Avaí, Criciúma e Chapecoense. O atleta tinha 35 anos.

Bruno Rangel (atacante)

Nascido em Campos dos Goytacazes (RJ), Bruno Rangel é o maior artilheiro da história da Chapecoense, com 77 gols. O atacante iniciou no futebol carioca e passou por clubes como Paysandu, Guarani e Joinville. Chegou ao clube de Santa Catarina em 2013, quando foi artilheiro da Série B e alcançou o auge da carreira. Foi para o futebol do Catar e retornou ao clube ainda em 2014. Aos 34 anos, era um dos jogadores mais velhos do elenco.

Lucas Gomes (atacante)

Lucas Gomes da Silva era natural de Bragança (PA) e iniciou a carreira em clubes menores do Pará. Passou também por Londrina (PR) e Icasa (CE), até chamar atenção do Fluminense em 2015. O atacante, que tinha 26 anos, chegou à Chapecoense nesta temporada.

Filipe Machado (zagueiro)

Filipe José Machado nasceu em Gravataí (RS) e tinha 32 anos. O zagueiro defendeu o Internacional nas categorias de base e jogou boa parte da carreira em países da Europa e da Ásia. No Brasil, passou por clubes como Duque de Caxias, Guaratinguetá e Macaé. Filipe chegou à Chapecoense em 2016, vindo do futebol iraniano.

Kempes (atacante)

Everton Kempes dos Santos Gonçalves, 34 anos, nasceu em Carpina, Pernambuco. Kempes, como é mais conhecido, chegou para compor o ataque da Chapecoense neste ano. O experiente jogador passou por diversos times como Portuguesa, Nacional de Muriaé, Paraná, Vitória, Estrela do Norte, Sertãozinho, Ceará, Caxias, Ipatinga, Criciúma, Novo Hamburgo, Américo Mineiro e pelo Cerezo Osaka, do Japão.

Ananias (atacante)

Ananias Eloi Castro Monteiro, 27 anos, era natural de São Luís (MA). O atacante, revelado pelo Bahia, se destacou pela Portuguesa entre 2011 e 2012. Nos anos seguintes, jogou no Cruzeiro, no Palmeiras e no Sport. Ananias chegou à Chapecoense em 2015 e se tornou uma das principais armas ofensivas do time.

Willian Thiego (zagueiro)

Zagueiro, Willian Thiego de Jesus formava a dupla titular da defesa da Chapecoense. Natural de Aracajú, o atleta de 30 anos passou pelas categorias de base do Grêmio. Jogou ainda no Bahia, Ceará, Figueirense e em clubes do Japão e Azerbaijão. O jogador estava no time de Chapecó desde janeiro de 2015.

Dener (lateral esquerdo)

Dener Assunção Braz, 25 anos, era o lateral esquerdo titular da Chapecoense. Natural de Bagé (RS), iniciou na base do Grêmio. No início da carreira, foi emprestado para equipes do interior gaúcho até chegar ao Vitória (BA). Foi contratado pelo Caxias, em 2013, mas foi com o título paulista pelo Ituano, em 2014, que chamou atenção do país. No mesmo ano, acertou com o Coritiba, e desde 2015 está na Chapecoense.

Mateus Caramelo (lateral direito)

Mateus Lucena dos Santos tinha 22 anos e era lateral direito. O jogador foi revelado pelo Mogi Mirim e foi contratado pelo São Paulo em 2013. No ano seguinte foi emprestado ao Atlético Goianiense. Sem chances no clube da capital paulista, ele estava em sua segunda temporada na equipe de Chapecó.

Gimenez  (lateral direito)

Guilherme Gimenez de Souza, de 20 anos, nasceu em Ribeirão Preto (SP). O jovem atleta passou por times como Goiás, Olé Brasil, Comercial-SP e Botafogo-SP. Foi contratado neste ano pela Chapecoense para atuar na lateral direita.


Marcelo (zagueiro)

Marcelo Augusto Mathias da Silva, 25 anos, em Juiz de Fora (MG). Foi contratado neste ano pela Chapecoense para a defesa. Marcelo iniciou sua carreira no futebol aos 19 anos nas categorias de base do Macaé (RJ), onde não conseguiu alavancar a carreira e abandonou o futebol por um tempo. Voltou aos campos em 2012, quando foi contratado pelo Volta Redonda. Antes de ser contratado pelo pelo time catarinense, passou ainda pelo Cianorte (PR) e pelo Flamengo (RJ).

Sérgio Manoel (volante)

Sérgio Manoel Barbosa Santos, 27 anos, nasceu em Xique-Xique (BA). O baiano foi contratado neste ano pelo Chapecoense. O atleta passou por clubes como Água Santa, Paysandu, Atlético Goianiense, Coritiba, Mirassol, Rio Preto, Nacional-SP, Atlético Araçatuba. Em 2013, pelo Coritiba, foi campeão paranaense.

Matheus Biteco (volante)

Matheus Bitencourt da Silva, 21 anos, conhecido como Matheus Biteco, nasceu em Porto Alegre. Iniciou sua carreira no futebol na escolinha do Grêmio em 2007. Sua carreira profissional teve início em 2013, quando disputou partidas do Gauchão, do Brasileirão e da Copa do Brasil pela equipe gaúcha. Chegou a Chapecoense em 2016.

Tiaguinho (atacante)

Tiago da Rocha Vieira, 22 anos, ou Tiaguinho, é natural de Trajão de Moraes, no Rio de Janeiro. O atleta reforçou o atraque da Chapecoense neste ano. Ele já havia jogado pelo XV de Piracicaba, Metropolitano e Cianorte.

Josimar (volante)

Josimar Rosado da Silva Tavares, 30 anos, é natural de Pelotas, no Rio Grande do Sul. Sua carreira profissional como jogador teve início aos 20 anos, quando começou a jogar pelo time B do Internacional, em 2007. Atuou ainda pelo Brasil de Pelotas, Ponte Preta, Palmeiras e também pelo  Al-Watan da Arábia Saudita. Josimar chegou na Chapecoense em 2016.

Gil (volante)

José Gildeixon Clemente de Paiva, 29 anos, mais conhecido como Gil, nasceu na cidade de Santo Antônio, no Rio Grande do Norte. Iniciou sua carreira no futebol em 2005, quando começou a jogar pelo time mineiro da URT. No mesmo ano foi contratado pelo Santa de Cruz. Gil ainda teve passagem pelos times de Mogi Mirim, Guaratinguetá, Vitória, Santo André, Ponte Preta e Coritiba. O atleta foi contratado pela Chapecoense em 2015.

Arthur Maia (meia)

Arthur Brasiliano Maia, 24 anos, é natural de Maceió (AL). Começou a jogar pelo Chapecoense neste ano, mas sua história no futebol começou cedo, nas categorias de base do Vitória, com apenas 10 anos de idade. Arthur Maia defendeu outros times como o Joinville, América-RN, Flamengo e o time japonês Kawasaki Fronyale.

Aílton Canela (atacante)

Ailton Cesar Junior Alves da Silva, 22 anos, nasceu na cidade de Matão, em São Paulo. Antes de ser contratado para o ataque da Chapecoense, em 2016, o jogador atuou pelo Inter de Bebedouro, Vitória-ES, Monte Azul, Olímpia, Botafogo-SP e Cianorte.
* Colaborou Pedro Paulo Ramos e Yuri Guarino


QUE DEUS, NESSA HORA DE MUITA TRISTEZA, CONFORTE TODOS POR ESTA PERDA.MEUS SENTIMENTOS AOS FAMILIARES E AMIGOS DESSES QUE PARTIRAM.



 Automóvel História - O primeiro carro Fabricado Em 1769

Automóvel História - O primeiro carro Fabricado Em 1769


O BLOG DESPERTAI APRESENTA.

 Automóvel História - O primeiro carro Fabricado Em 1769
1. O primeiro homem a dar uma volta em uma engenhoca movida a vapor foi o oficial de artilharia francês Nicolas Cugnot. Em 1769, o seu veículo de três rodas alcançou a velocidade de 4 km/h em uma rua de Paris, para - no auge de seu sucesso - colidir com uma árvore, produzindo o primeiro acidente de automóvel. Um ano depois, ele apresentou um novo modelo para o transporte de canhões. Ao dobrar uma esquina, Cugnot causou outro acidente. Desse modo, ele ainda seria o primeiro homem condenado por condução perigosa que acabou na prisão.

2. A maior parte dos historiadores reconhece dois alemães, Karl Friedrich Benz (1844-1929) e Gottlieb Wilhelm Daimler (1834-1900), como os pioneiros do automóvel. O primeiro carro prático que teve sucesso em uma corrida de teste foi um veículo de três rodas construído por Benz, um engenheiro mecânico, em 1885. Com a aparência de um carrinho de bebê gigante, o carro deu quatro voltas numa pista ao redor de sua fábrica, sob a torcida da esposa de Benz e de seus empregados. Até que uma das correntes se rompeu com um estalo e o carro parou completamente. Naquele mesmo ano, durante uma exposição pública de seu veículo aperfeiçoado, Benz teve seu primeiro acidente: excitado pela velocidade de seu carro, ele colidiu contra um muro de tijolos.

 Automóvel História - O primeiro carro Fabricado Em 1769

3. A corrida de teste de Daimler aconteceu alguns meses depois das voltas de Benz ao redor da fábrica - e não teve acidentes. O motor de Daimler finalmente tornou o carro uma realidade. De fato, as duas companhias se fundiram em 1926 para produzir automóveis Mercedes-Benz. O mais curioso, entretanto, é que os dois proprietários nunca se conheceram.

4. Foi o americano Henry Ford (1863-1947) que construiu o primeiro carro movido a gasolina (1893). Dez anos depois, ele passou a fabricar carros em série na sua fábrica em Detroit, reduzindo seus custos drasticamente e tornando o automóvel um meio de transporte acessível. Os primeiros foram os modelos T, construídos de 1908 a 1927. Esses carros venderam mais de 15 milhões de unidades. "Faço carros de qualquer cor, desde que sejam pretos" dizia ele. Explicação técnica: a tinta preta era mais barata e secava mais rápido.

5. Henrique Santos Dumont, irmão de Alberto, foi quem trouxe o primeiro autómovel para o Brasil, em 1893, um Daimler a vapor. O primeiro acidente foi causado pelo poeta Olavo Bilac. Ele bateu numa árvore em 1897.

6. Os cintos de segurança foram utilizados pela primeira vez pelos pilotos que disputaram a corrida Paris-Marseille, na França, em 1896. Mas foi o francês Gustave Désiré Liebau que patenteou, em 1903, o cinto que conhecemos hoje. O médico militar americano Coronel Stapp estava fazendo testes com outro modelo na mesma época. O primeiro carro com cinto de segurança foi lançado em setembro de 1949 pela Nash.

7. Um carro tcheco construído em 1897 foi o primeiro a aparecer com para-choques. Depois de rodar 15 quilômetros, no entanto, o acessório caiu e não foi mais colocado. Por isso, as honras ficaram com o inglês F.R. Simms, que colocou um para-choque feito de borracha em seu carro, no ano de 1905.

8. O francês Alfred Faucher inventou, em 1906, o espelho retrovisor. Também são atribuídas a ele a invenção da luz de freio e do pisca-pisca de direção. Os limpadores de para-brisa foram patenteados pela americana Mary Anderson, em 1903. Os operados mecanicamente apareceram em 1916 nos Estados Unidos.

9. Em maio de 1922, um americano de 18 anos, George Frost, inventou e instalou o primeiro auto-rádio em seu Ford modelo T. A novidade começou a ser fabricada em escala industrial apenas cinco anos depois. Chamavam-se Philco Transitone e eram construídos pela Philadelphia Storage Battery Company.

10. Você sabe o significado das cores das placas de carros?


Cinza
Automóveis particulares
Branca
Automóveis oficiais
Vermelha
Veículos de aluguel (ônibus, caminhões e lotações)
Azul
Carros em teste de montadoras
Com as letras CC, são de consulado
Verde
Carros usados por oficinas e lojas em test drives
Verde e amarela
Veículos de autoridades federais, dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário
Preta
Modelos antigos originais, em geral de colecionador


BLOG DESPERTAI

O deputado federal Jean Wyllys- cospe em Bolsonaro e diz que faria de novo

O deputado federal Jean Wyllys- cospe em Bolsonaro e diz que faria de novo



O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) disse que realmente cuspiu em direção a seu colega Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e afirmou que faria de novo. "Eu cuspiria na cara dele quantas vezes eu quisesse", declarou. O deputado disse que não teme ser processado.
Wyllys disse ter sido insultado por Bolsonaro. "Na hora que eu fui votar, esse canalha decidiu me insultar na saída e tentar agarrar meu braço; ele ou alguém que estivesse perto dele. Quando eu vi o insulto, eu devolvi com um cuspe na cara dele, que é o que ele merece", afirmou.


Jean Willys cospe em Jair Bolsonaro - Completo





Bolsonaro disse que a cusparada foi um fato gravíssimo, mas ele não decidiu se processará o parlamentar.
"Eu vou ver o que eu faço. Isso aí é gravíssimo. Uma cusparada não pode existir no parlamento. Não gosto de processar ninguém, não. Tenho centenas de processos aí por homofobia. Respeito os outros e tenho direito a ser respeitado nas minhas ideias, palavras, votos e opiniões. Uma cusparada foge da normalidade", declarou Bolsonaro.
De acordo com ele, o deputado federal Luiz Carlos Heinz (PP-RS) também foi atingido. "É o desespero. Perderam, democraticamente perderam. Chegou uma parte [do cuspe], 30% em mim e o resto no Luiz Carlos Heinz."
Bolsonaro afirmou que as homenagens feitas por ele no discurso que fez ao votar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) irritaram Wyllys. "O meu encaminhamento [voto] ele não gostou obviamente porque eu peguei pesado. Perderam em 1964 e em 2016, parabéns ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, que era o pavor de Dilma Rousseff. Me encaminhei pelas Forças Armadas, pela democracia, em defesa da família e das crianças nas escolas. Talvez seja isso, né? Ele queria aprovar o kit gay aqui, perverter nossas crianças em sala de aula. Talvez seja isso que tenha tornado ele um tanto quanto agressivo. Baixou o nível."
Antes, Bolsonaro havia dado declaração inflamada e polêmica ao aceitar o impeachment da presidente Dilma (PT). Ele exaltou o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-Codi e acusado de comandar torturas durante a ditadura militar. 
Fonte: UOL.
 Política: votação do impeachment de Dilma

Política: votação do impeachment de Dilma


Câmara aprova prosseguimento do processo de impeachment no Senado

Com o voto do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), a Câmara alcançou às 23h08, na sessão deste domingo (17), os 342 votos necessários para que tenha prosseguimento no Senado o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O voto que decidiu foi dado mais de nove horas depois de iniciada a sessão deste domingo e cinco horas e meia após o início da votação. No momento em que o placar alcançou os 342 pró-impeachment, havia 127 votos contra o impeachment e seis abstenções.
VEJA COMO VOTOU CADA DEPUTADO
Os senadores podem agora manter a decisão dos deputados e instaurar o processo ou arquivar as investigações, sem analisar o mérito das denúncias. (veja abaixo passo a passo do processo no Senado)

ACOMPANHE A SESSÃO AO VIVO

A possibilidade de uma decisão contrária a Dilma se tornou mais forte ao longo da última semana, quando alguns dos principais partidos da base aliada, como PP e PSD, desembarcaram do governo e anunciaram voto favorável ao impeachment. Ainda assim, o resultado final era incerto até a tarde deste domingo.
Durante todo o fim de semana, Dilma procurou angariar apoio de indecisos, com aajuda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas não isso não foi o suficiente para evitar que se alcançasse o mínimo de 342 votos necessários para a abertura do processo.
Os dois tentaram, ainda, obter apoio popular, afirmando que um governo comandado porMichel Temer, vice-presidente da República, poderia por fim a programas sociais.
Em vídeo divulgado na internet, no fim da noite de sexta (15), Dilma disse que os “golpistas” querem derrubar o Bolsa Família.Michel Temer reagiu à fala e criticou o que chamou de “mentiras rasteiras”. Pelo Twitter, ele afirmou que, se assumir o governo, vai manter programas sociais.

Ogoverno sofreu alguns golpes na sua articulação para tentar barrar o processo na Câmara. Mauro Lopes (PMDB-MG), exonerado da Secretaria de Aviação Civil para votar contra o impeachment, acabou votando a favor da continuidade do processo.
A Executiva do PR havia determinado que a bancada votasse contra a continuidade do processo, mas a grande maioria dos deputados do PR votou a favor do impeachment.
Por volta das 22h, quando o placar já contava quase 300 votos "sim", o líder do governo da Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), assumiu a derrota, mas disse que é "momentânea" e que não abaterá o governo.

"É uma autorização [o que está sendo votado na Câmara] que vai para o Senado. A nossa expectativa é que o país se levante. Vamos continuar lutando porque não somos de recuar e muito menos de nos deixarmos abater por essa derrota momentânea", declarou.

Votação
A sessão que decidiu pela continuidade do processo de impeachment começou às 14h deste domingo com tumulto, resultado de uma discussão entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e deputados governistas que pressionavam para que oposicionistas saíssem detrás da mesa que dirige os trabalhos. Deputados pró e contra impeachment chegaram a trocar empurrões.

Enquanto transcorria a sessão, o Supremo Tribunal Federal divulgou decisão do ministro Marco Aurélio Melo que negava pedido do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) para suspender a votação.

Antes da sessão da votação, houve mais de 40 horas de debates, que começaram na manhã de sexta-feira (15) e terminaram por volta das 4h da manhã deste domingo, na sessão mais longa da história da Câmara.

O primeiro a se pronunciar antes da votação deste domingo foi o relator do processo de impeachment na Câmara, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que defendeu a abertura do procedimento e argumentou haver “fatos gravíssimos, que atentam contra a Constituição”.
Em seguida, líderes partidários subiram à tribuna para discursar e orientar o voto de suas bancadas. Às 17h45 começou a votação. Veja como se posicionou cada liderança.
O plenário ficou lotado com os deputados e seus familiares. Às 18h50, estavam presentes 511 dos 513 parlamentares da Casa. Os ausentes foram Clarissa Garotinho (PR-RJ), que está de licença-maternidade, e Aníbal Gomes (PMDB-CE), que não compareceu à sessão.
Por volta das 20h30, metade dos deputados já havia votado. O presidente Eduardo Cunha votou a favor do processo durante a chamada do Rio de Janeiro.
Governistas se concentraram à esquerda do plenário, com cartazes de “Fica, Dilma!”, enquanto a oposição se sentou do lado oposto, com bandeiras do Brasil e cartazes com os dizeres “Impeachment, já!”.
A divisão geográfica lembrava a ocupação da Esplanada dos Ministérios, onde um muro foi montado para separar manifestantes contra e a favor do impeachment. Enquanto cada deputado pronunciava o voto, no plenário, os demais vaiavam ou aplaudiam.
A chamada dos deputados seguiu uma ordem de alternância entre bancadas do Norte e do Sul. Dentro de cada estado, a chamada era por ordem alfabética. A primeira bancada a votar foi a de Roraima, seguida pela do Rio Grande do Sul. A última foi a de Alagoas.

Plenário lotado na votação da continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma na Câmara (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Debates
Denunciado pelo procurador-geral da República sob a acusação de participar do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidiu as sessões de debates e votação do impeachment.
Ele também foi alvo de críticas em plenário, principalmente de deputados contrários ao afastamento da presidente.
Palavras de ordem contra e a favor do impeachment se intercalaram no plenário ao longo dos três dias e duas noites de sessões. “Não vai ter golpe”, gritavam deputados governistas, enquanto a oposição pedia “impeachment, já!”.


Defesa e acusação
A sessão de sexta-feira (15), primeiro dia de discussão sobre o processo de impeachment, foi destinada a falas da defesa e da acusação e pronunciamento dos partidos políticos com representantes na Câmara.

O jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de impeachment, foi o primeiro a subir à tribuna e disse que “pedaladas fiscais” cometidas pelo governo não são “meras infrações administrativas”, mas, sim, “um crime contra a pátria". Ele afirmou ainda que Dilma cometeu um “golpe” ao “quebrar o país” e “mascarar” a situação econômica, para garantir a reeleição.

Já o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que defendeu a presidente, afirmou que o processo de impeachment é “ato violento” e que, num país “com corrupção histórica e estrutural”, com diversos investigados na Operação Lava Jato, a presidente da República “não tem nenhuma investigação, absolutamente nenhuma”.

Cardozo também argumentou que o processo de impeachment teve início num “ato viciado”, fruto de uma “retaliação” de Cunha, pelo fato de o PT ter negado a ele apoio no Conselho de Ética, onde o deputado enfrenta um processo por quebra de decoro.

Partidos
O restante da sexta-feira foi dedicada a falas dos partidos políticos. Cada uma das 25 legendas com representação no Congresso teve uma hora para apresentar suas posições. Primeiro a falar, o PMDB, partido de Temer, orientou voto a favor do impeachment.


Pessoalmente contrário ao afastamento de Dilma, o líder da legenda, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), afirmou que a maioria da bancada é favorável ao processo e que, por isso, orientaria o voto dos integrantes da legenda pelo impeachment.


Parlamentares do PT defenderam Dilma, repetindo o argumento de que o processo é um “golpe” e que a Constituição não prevê “recall” de presidente por baixa popularidade.


A oposição fez discursos inflamados, com ataques ao governo. Usando parte do tempo do PSDB, Carlos Sampaio (SP), classificou de “imprestável” a defesa do advogado-geral da União. Disse, ainda, que Cardozo amesquinhou o papel da AGU ao defender “Dilma e seu cargo”.


Já o líder do PDT, Weverton Rocha (MA), defendeu Dilma e disse que o partido não iria “pular fora” do governo como “ratos”.


Sábado


Os discursos dos partidos entraram pela madrugada de sábado, duraram 32 horas e só terminaram por volta das 19h do sábado. Em seguida, começaram os pronunciamentos de deputados que se inscreveram para falar a favor ou contra o impeachment.


A Câmara registrou 249 inscrições – 170 a favor do impeachment e 79, contra. Mas pelo menos 60 deputados contrários à presidente abriram mão das falas, para não retardar o cronograma de votação do impeachment.


Ainda assim, os discursos entraram pela madrugada de domingo (17) e terminaram por volta das 3h40 da manhã, com a fala do deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP). Houve momentos mais tensos, com bate-boca e empurra-empurra entre os parlamentares.


Processo no Senado


Se aprovado na Câmara, o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff chega ao Senado nesta segunda-feira (18). Na Casa, são previstas três votações em plenário até a conclusão do processo:


- Os senadores terão que eleger uma comissão especial para analisar o caso. O colegiado será formado por 21 senadores titulares e 21 suplentes.

- O colegiado tem até 48 horas para se reunir e eleger o presidente. O relator terá prazo de dez dias para apresentar um parecer pela admissibilidade ou não do processo.


- O parecer será ser votado na comissão e depois irá ao plenário, que precisa aprovar por maioria simples (metade dos presentes na sessão mais).

- Se aprovado o relatório no plenário, será considerado instaurado o processo, e a presidente será notificada. Ela será afastada por até 180 dias para que ocorra o julgamento, e o vice-presidente assumirá a Presidência da República.


- Neste período a presidente poderá se defender, e um novo parecer da comissão especial deverá analisar a procedência da acusação, com base na análise de provas. De novo, esse parecer terá que ser aprovado por maioria simples

- Se aprovado o parecer, inicia a fase de julgamento, que é comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal.

- Para que a presidente perca o cargo, o impeachment tem que ser aprovado por dois terços dos senadores - 54 dos 81.

- Os prazos previstos para cada etapa do processo poderão ser alterados de acordo com decisão do presidente do Senado.


Fonte: G1.
Venezuela falta Remédio -agrava situação de pacientes

Venezuela falta Remédio -agrava situação de pacientes



A falta de remédios na Venezuela continua sendo uma tragédia visível em farmácias e hospitais, semanas depois de o parlamento declarar uma "crise humanitária na saúde" que, entre outros aspectos, se manifesta pela não disponibilidade de 872 medicamentos essenciais.
Pacientes com câncer, portadores do vírus do HIV, hipertensos e diabéticos, por exemplo, precisam peregrinar por farmácias de todo o país em busca do tratamento que necessitam para sobreviver, tentar consegui-lo em outro país ou recorrer ao mercado negro.
A Federação Farmacêutica da Venezuela respalda o parlamento e reforça que o país vive uma "crise humanitária" devido ao desabastecimento de remédios, estimado em 80%.
Efrén Freay, de 37 anos e que trabalha como professor de dança, sofre de aplasia medular, uma doença que afeta a medula óssea e pode provocar leucemia.
Depois de receber um transplante de medula óssea há pouco mais de um ano, ele precisa agora de um tratamento que inclui vários medicamentos que devem ser tomados pelo resto da vida e que a cada dia se torna mais difícil de conseguir. Quando encontra, ele precisa pagar um preço exorbitante por eles.
"Eu sou um paciente transplantado, tenho um controle. O monstro está aqui, está adormecido, não posso deixá-lo acordar. A falta dos remédios me descompensa e a cada dia acelera mais", disse Freay, que recentemente conseguiu parte do tratamento através das redes sociais.
Um dos medicamentos que precisa tomar para evitar a inflação celular custa US$ 48 (R$ 170), 480 bolívares no câmbio oficial de 10 bolívares por dólar que se destina aos remédios no marco do controle de câmbio.
A questão é que ele não consegue o tratamento em qualquer farmácia e, por isso, recorre ao mercado ilegal, onde o remédio é vendido fora da caixa e sem que o paciente possa saber a procedência ou a validade.
Em janeiro, quando o parlamento declarou a emergência humanitária na área da saúde, Richard Medina, um cidadão comum, teve direito à palavra na sessão ordinária. Nela, ele contou que perdeu seu filho para o câncer "pela falta de um medicamento".
"Deixem de lado os partidos políticos, porque meu filho de três anos nunca elegeu ninguém e nem teve a oportunidade por falta de um remédio", disse Medina na ocasião.
O Hospital Universitário de Caracas, vinculado à Universidade Central da Venezuela (HUC-UCV), recebe diversos pacientes que não foram aceitos em outras instituições públicas de saúde porque, segundo os pacientes, não há materiais ou remédios para atendê-los.
Mesmo no HUC, pacientes e familiares contam que precisam sair para buscar boa parte do tratamento indicado para suas doenças, já que o hospital não tem, e também não é possível achar em farmácias.
Na porta do hospital, os parentes trocam informações entre si a fim de conseguir dicas de onde encontrar o desejado remédio.
Luisa Ochoa, de 80 anos, internada no HUC há quatro dias por causa de um AVC, precisa de remédios para a pressão.
"Antes de ter o AVC, minha mãe já tomava alguns remédios para pressão e estávamos há algum tempo sem conseguir achar. Na verdade, o AVC veio por não conseguir os remédios", afirmou à Efe Inés Merentes, filha da paciente.
A Federação Médica da Venezuela revelou no último dia 15 que os profissionais de saúde do país estão tentando tratar os pacientes com 5% dos materiais médicos que possuem, incluindo remédios.
A chamada Red Venezolana de Gente Positiva (RVG), que tem mais de 60 mil inscritos com o vírus da aids, denunciou no início do mês que as vidas destes cidadãos estão ameaçadas porque "os 30 tipos de remédios antirretrovirais disponíveis na Venezuela se esgotarão" em junho.
O deputado opositor José Manuel Olivares afirmou na semana passada que no país "não há" remédios para tratar o câncer, o diabetes, a pressão, as convulsões e o Parkinson, assim como também não existem anticoncepcionais, analgésicos e antitérmicos, entre outros.
Um dia antes da declaração de Olivares, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, anunciou a assinatura de um convênio com Cuba, no qual o governo cubano se compromete a fornecer remédios à Venezuela "para resolver o grave problema" da escassez.
"Com este plano, Cuba se soma ao motor farmacêutico da agenda econômica bolivariana para se unir em qualidade, com bons preços e com segurança", disse Maduro.
A bancada parlamentar chavista assumiu no plenário da câmera que existe um grave problema de falta de remédios, mas se negou a respaldar um projeto de "lei especial para atender à crise humanitária da saúde" ao assinalar que a expressão "crise humanitária" convida a uma "possível intervenção estrangeira".
Fonte: EFE.
amamentar em público (A notícia é falsa!

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A notícia é falsa! Não há nenhuma lei aprovada nesse sentido!
Será verdade que foi aprovada uma lei que proíbe a mulher de amamentar em público sob pena de prisão de até 5 anos?

A notícia surgiu na web no começo de janeiro de 2016 e diz que os deputados aprovaram por maioria dos votos, uma emenda que proíbe as mães de amamentar seus bebês em vias públicas.

Esta iniciativa, segundo o que é afirmado na notícia, teria sido proposta depois de se analisar que a amamentação em vias públicas se tornou umas das principais causas de crimes de estupro no país.

O texto, que cita os deputados Oscar Garcia Barron e Rogério Castro Vazquez, ainda diz que os governos estaduais e municipais têm seis meses para modificar as suas regras e ajustar à nova lei e que as mulheres apanhadas cometendo esse delitos serão multadas em até 30 salários mínimos ou 5 anos de prisão.

Será que isso é verdade?

O que temos em vigor são leis completamente diferentes dessa que estão espalhando pela web: Na cidade de São Paulo, por exemplo, a prefeitura sancionou uma lei em abril de 2015 garantindo o aleitamento materno em qualquer estabelecimento da cidade sob a pena de multa de R$500.

Em julho de 2015, a prefeitura do Rio de Janeiro também aprovou lei semelhante, mas a multa é mais salgada para quem proibir uma mãe de amamentar seu filho: A partir de R$2mil!

Uma Lei parecida com essas também está aguardando aprovação do governador de São Paulo para passar a valer para todo o estado!
Deputados citados

Os políticos Oscar Garcia Barron (link do site da Câmara dos Deputados do México) e Rogério Castro Vazquez (aqui, na Câmara dos Deputados) citados no boato existem, de fato, e ambos são deputados. Porém, eles são políticos mexicanos!

Uma busca por essa lei espalhada pelo boato no México mostra que lá essa história também é falsa!
Origem

A maioria dos blogs e sites que publicaram essa notícia falsa cita o site Portal Jornal que, por sua vez, é uma cópia do blog Jefter Ruthes que, como já mostramos aqui no E-farsas algumas vezes, é especializado em espalhar notícias falsas apenas para ganhar cliques!

Já pesquisamos aqui uma notícia inventada por esse caça-cliques sobre as bananas que estariam contaminadas com HIV!

A imagem usada para ilustrar essa farsa é de outubro de 2013 e foi tirada durante um evento organizado por uma Universidade de Medicina russa, criado par

Não há nenhuma lei proibindo as mulheres de dar de mamar aos sa incentivar a amamentação materna.
Conclusão
seus filhos em público! Existem, sim, leis que multam quem proíbe a mulher de amamentar.


Lei que multa quem impedir mãe de amamentar
Barragem Mariana ( Flagrantes inéditos e revelações da tragédia em Mariana

Barragem Mariana ( Flagrantes inéditos e revelações da tragédia em Mariana



O procurador do Ministério Público Federal, José Adércio, diz que uma das suspeitas para o rompimento da barragem é o aumento exagerado de rejeitos que foram depositados nela. Outro motivo pode ter sido a mudança feita na estrutura da barragem para aumentar a capacidade do reservatório.Também está sendo questionado o fato da Vale ter utilizado a barragem de Fundão, que é da Samarco, semlicença dos órgãos fiscalizadores.
De acordo com o laudo do Departamento Nacional de Produção Mineral, 28% dos rejeitos de Fundão foram depositados pela Vale. Segundo a Vale, eram apenas 5% e um contrato com a Samarco autorizava o uso.
“Precisaria da Vale ter comunicado e obtido autorização tanto do DNPM quanto dos órgãos ambientais”, fala o procurador federal José Adércio.
A Samarco tinha que apresentar à justiça, até a última quinta-feira, um plano de emergência para o caso das outras barragens se romperem. Mas a empresa pediu mais seis semanas, alegando que é uma tarefa complexa. A decisão da justiça prevê multa de R$ 1 milhão por dia de atraso.
Por lei ela já era obrigada a ter esse plano emergencial. Apresentou 2014, 2015, agora em junho de 2015. Só que é um plano com muitas falhas, que não previa a comunicação com as vítimas de um acidente ou rompimento da barragem", diz o procurador.
Funcionários da Samarco e das acionistas BHP e Vale já prestaram depoimento. O procurador explica que se ficar comprovada a negligência o crime pode ser considerado doloso, quando há a intenção de matar. “Há indicativos que teriam assumido o risco de isso acontecer porque não cumpriram os deveres que a legislação impõe”;Segundo o Ministério Público, o contrato que a Vale diz ter com a Samarco é de 1989, quando a barragem de Fundão não tinha nem licença para funcionar. Em nota, a Vale informou que o contrato é mesmo de 1989, mas tem validade por tempo indeterminado e que tem licença de órgão ambiental do estado autorizando o uso de estrutura da Samarco.

Sul da Índia enfrenta piores inundações em décadas ( Fortes chuvas provocaram 269 mortes)

Sul da Índia enfrenta piores inundações em décadas ( Fortes chuvas provocaram 269 mortes)

e grandes sinais do céu." Lucas 21:11

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Os habitantes do estado do sul da Índia Tamil Nadu continuam enfrentando neste sábado as consequências das piores inundações em décadas, que nas últimas semanas deixaram mais de 250 mortos.
Milhares de pessoas tomaram as ruas alagadas de Chennai, capital de Tamil Nadu - antigamente chamada de Madras - para se abastecer com o essencial, enquanto as autoridades tentam restabelecer as comunicações e o transporte rodoviário.
Cerca de 40.000 pessoas foram socorridas nos últimos dias após a queda de novas chuvas torrenciais neste estado costeiro, onde 269 pessoas morreram nas últimas quatro semanas vítimas das inundações. As chuvas pararam momentaneamente na quinta-feira passada.
Os moradores da capital do estado, de 4,6 milhões de habitantes, se dirigiam neste sábado às lojas, aos postos de gasolina e aos caixas automáticos, em uma cidade onde ainda falta o essencial, principalmente água potável.
"Tive que esperar cerca de três horas no posto de gasolina, com mais de 200 pessoas que tentavam abastecer de combustível", conta à AFP um habitante local, V. Prabhakaran, que informou que já ocorre racionamento de gasolina.

O aeroporto de Chennai abriu para receber voos de ajuda humanitária, quatro dias após os aviões e as pistas de aterrizagem ficarem submersos sob as águas. As autoridades esperam que os voos comerciais sejam retomados no domingo.

Fortes chuvas provocaram 269 mortes nas últimas quatro semanas, deixando a população isolada, sem transporte e sem comunicaçãoOs habitantes do estado do sul da Índia Tamil Nadu continuam enfrentando neste sábado (5) as consequências das piores inundações em décadas, que nas últimas semanas deixaram mais de 250 mortos.

Milhares de pessoas tomaram as ruas alagadas de Chennai, capital de Tamil Nadu - antigamente chamada de Madras - para se abastecer com o essencial, enquanto as autoridades tentam restabelecer as comunicações e o transporte rodoviário, informa o G1.Pessoas afetadas pelas enchentes se aglomeram para receber comida distribuída pela marinha indiana em Chennai.
Cerca de 40 mil pessoas foram socorridas nos últimos dias após a queda de novas chuvas torrenciais neste estado costeiro, onde 269 pessoas morreram nas últimas quatro semanas vítimas das inundações. As chuvas pararam momentaneamente na quinta-feira passada.

Mark Zuckerberg promete doar 99% de ações do Facebook Após nascimento de filha, Mark

Mark Zuckerberg promete doar 99% de ações do Facebook Após nascimento de filha, Mark



Comovidos pelo nascimento de sua primeira filha, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, e sua esposa, Priscilla Chan, anunciaram que doarão 99% de suas ações da empresa para "boas causas".
Em uma carta dedicada à recém-nascida Max, o casal diz que fará a doação - estimada em US$ 45 bilhões - com o objetivo de "fazer um mundo melhor para sua filha crescer".
"Sua mãe e eu não temos palavras para descrever a esperança que você nos dá para o futuro. Você já nos deu um motivo para refletir sobre o mundo em que queremos viver", escreveu o empresário.
Segundo o anúncio, Zuckerberg doará suas ações para a Chan Cuckerberg Initiative, uma organização que leva o nome de sua esposa e que tem por objetivo "avançar o potencial humano e promover igualdade para crianças das próximas gerações".
O CEO do Facebook descreveu na carta o mundo onde quer ver sua filha crescer. "É um mundo no qual essa geração pode desenvolver o potencial humano e promover igualdade, curando doenças, personalizando o aprendizado, aproveitando energias limpas, conectando pessoas, construindo comunidades fortes, reduzindo a pobreza, promovendo direitos iguais e espalhando compreensão pelas nações", afirmou.
"Nós daremos 99% das nossas ações do Facebook – que atualmente valem US$ 45 bilhões – durante nossas vidas para avançar nesta missão. Nós sabemos que isso é uma contribuição pequena perto de todos os recursos e talentos de outras pessoas que já trabalham para melhorar essas questões. Mas queremos fazer o que podemos, trabalhando juntamente com tantos outros."
A carta destacou o papel importante da tecnologia para conseguir alcançar as metas do casal em "potencial humano e igualdade".
"Boa parte das oportunidades melhores que aparecerão para a sua geração virão depois que todos tiverem acesso à internet", afirmou Zuckerberg na carta para a filha.
Max Zuckerberg nasceu na semana passada, mas o casal só anunciou publicamente a notícia nesta terça-feira. De acordo com o CEO do Facebook, mais detalhes sobre a doação serão dados assim que ele e a esposa voltarem de licença – ele ficará dois meses fora de suas funções para aproveitar a filha.

Atriz Marília Pêra Morre aos 72 anos

Atriz Marília Pêra Morre aos 72 anos

Morreu, às 6h da manhã deste sábado (5), a atriz Marília Pêra. 
Ícone da TV brasileira, Marília sofria com câncer no pulmão havia dois anos e morreu ao lado da família, em sua casa, no Rio de Janeiro, informa a Rede Globo em comunicado oficial.
Ela deixa os filhos Ricardo Graça Mello, Esperança Motta e Nina Morena e o marido Bruno Faria.
O velório será na sala Marília Pêra, do Teatro Leblon, a partir de 13h. O enterro será às 16h, no cemitério São João Batista, em Botafogo, na zona sul do Rio.Vida e carreira.
Marília Pêra nasceu em 22 de janeiro de 1943, no Rio de Janeiro, no seio de uma família de artistas, verdadeiros operários do teatro desde o fim dos anos 30.
Ainda assim, sua estreia profissional não demorou muito. Aconteceu aos quatro anos, quando começou a trabalhar na Companhia de Henriette Morineau. Lá, Marília deu vida  a uma das filhas de Medeia na peça homônima de Eurípedes, na qual também atuavam seus pais, Manoel Pêra e Dinorah MarluzzoFoto: Marília Pêra em A Moreninha, 1965
A primeira da família a atuar foi Antônia Marzullo, que levou as filhas para os palcos: Dinah e Dinorah. Envolvidas com o universo do teatro, as duas se casaram, respectivamente, com o escritor Nestor Tangerini e com o ator Manuel Pêra. Do relacionamento de Dinorah e Manuel nasceram Marília e Sandra, que seguiram a tradição familiar e também se tornaram atrizes.

A estreia de Marília Pêra nos palcos não poderia ser mais precoce. Ela se deu embalada no colo de uma atriz, amiga de sua mãe, quando Marília tinha menos de 20 dias de vida. Era preciso um bebê para a cena e, nesse momento, surgia a grande estrela dos palcos brasileiros.

Aos quatro anos, a atriz já trabalhava na companhia de Henriette Morineau e fez sua estreia em Medeia, de Eurípedes, interpretando uma das filhas da personagem principal.

Ainda criança, Marília começou a estudar piano e balé por incentivo do pai que, sabendo das dificuldades da carreira de ator, ainda tentava evitar que a filha seguisse pelo mesmo caminho. Por conta disso, ela chegou a dançar em musicais como My Fair Lady (1962), protagonizado por Bibi Ferreira, e O Teu Cabelo Não Nega (1963), interpretando um dos papéis que repetiria ao longo da carreira: Carmen Miranda. Também chegou a se apresentar como dançarina na TV Tupi.

O primeiro marido de Marília foi o ator Paulo Cesar da Graça Mello (1940-1969). Do relacionamento, nasceu o primeiro filho da atriz, Ricardo Cesar da Graça Mello, que é ator e músico. Quando se separou, foi contratada pelo diretor Abdon Torres, em 1965, para fazer parte do primeiro elenco da Globo e já começou como protagonista, em Rosinha do Sobrado.

A partir de então, Marília se tornou uma das artistas mais respeitadas do Brasil, passando por várias emissoras. Atuou em Beto Rockfeller, na TV Tupi, Uma Rosa com AmorMalu MulherBrega & ChiquePrimo Basílio, Rainha da Sucata,Meu Bem QuererOs Maias, entre outras, todas na TV Globo, O Campeão, na TV Bandeirantes e, 
ainda, Mandacaru, na TV Manchete.

Em O Primo Basílio, de 1988, adaptação de Gilberto Braga e Leonor Brassères de Eça de Queiroz, a atriz encarou um dos trabalhos mais difíceis e elogiados de sua carreira, a implacável Juliana.

Marília também colecionou interpretações de personagens icônicos como a já mencionada Carmen Miranda, que voltou a imitar em A Pequena Notável (1966), A Tribute to Carmen Miranda, no Lincoln Center, em Nova York (1975), A Pêra da Carmen (2005) e Marília Pêra Canta Carmen Miranda (2005). Ela também já encarnou Dalva de Oliveira, Maria Callas, Coco Chanel e Sarah Kubitschek.

No cinema fez filmes de Cacá Diegues como Dias Melhores Virão e Tieta do Agreste, mas também atuou em Central do Brasil, O Viajante, Bar Esperança e Polaroides Urbanas, com o amigo Miguel Falabella. Pixote, de Hector Babenco, também é um dos títulos que faz parte da história da atriz.

Marília Pêra também é escritora e diretora de teatros e shows. Desde 2013, atuava no seriado Pé na Cova, da Globo, como Darlene. No Carnaval de 2015, ganhou uma homenagem da escola de samba Mocidade Alegre, em São Paulo. O samba-enredo Nos Palcos da Vida... Uma Vida no Palco: Marília rendeu o vice-campeonato para a agremiação paulistana, que só perdeu para a Vai-Vai, que no mesmo ano homenageava a cantora Elis Regina.

A atriz também é mãe de Esperança e Nina Morena, que são frutos do segundo casamento, com o jornalista e compositor Nelson Motta. Desde 1998 estava casada com o economista Bruno Faria.
fonte.entretenimento.r7