Avareza-O perigo Tende cuidado e guardai-vos

Avareza-O perigo Tende cuidado e guardai-vos


O perigo da avareza
O pedido que certo homem fez a Jesus para que este o ajudasse num litígio sobre uma herança gerou uma demorada discussão sobre o relacionamento do homem com as riquezas (Lucas 12:13-34). Jesus respondeu com uma pergunta, uma afirmação, uma parábola e um sermão. Jesus perguntou: ”Quem me constituiu juiz ou partidor entre vós?”. Depois advertiu contra a ganância. Depois ainda contou a parábola do homem que só se preocupava em armazenar todas as suas mercadorias e não era rico em relação a Deus. Depois pregou a respeito da preocupação excessiva pelos bens materiais. 

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Somos um país rico. O Brasil possui menos de um quinto da população da Índia, mas temos muitas vezes mais rádios, telefones e televisões. Em 2003, a nossa renda por pessoa em média é de cerca de 2.710 dólares por ano; a da Índia, de 530 dólares. As lições que Jesus dá acerca das riquezas devem ser aplicadas a cada um de nós. Os bens materiais muitas vezes tomam conta de nossa vida e de nosso pensamento. O desejo pelas coisas nos leva a dedicar tempo demais e trabalho demais para comprar a prestação sem podermos pagar e para murmurar, reclamando que não podemos ter tudo o que queremos. Jesus disse: “Onde está o vosso tesouro,aí estará também o vosso coração”. É tão fácil ficarmos presos a esta vida. Somos capazes de dedicar tanto tempo, atenção e esforço pelo nosso bem-estar material que não temos tempo ou ânimo de sobra para nos dedicar a Deus.

Poucas pessoas se admitem ser gananciosas ou invejosas. Mas a Bíblia nos adverte constantemente contra esses pecados. Se o nosso coração está preso a esta vida, somos idólatras, independentemente de quão alto cantemos o nosso amor por Jesus. “Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (Lucas 12:15).

–por Gary Fisher
Estudo Bíblico -Deus cura hoje em dia?-BLOG DESPERTAI

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As Curas de Hoje em Dia
O Que a Bíblia Ensina?
Muitas das diferentes religiões acreditam que Deus cura as pessoas hoje em dia de uma maneira especial. Tanto pelos espíritas quanto pelos católicos, pelos pentecostais, e pelas igrejas renovadas das denominações tradicionais, as pessoas estão sendo ensinadas que Deus as curará milagrosamente. Para alguns essa cura vem através da bênção especial de um ritual mágico; para outros, através da peregrinação a algum santuário; para outros ainda, através da imposição das mãos de alguém abençoado com um dom especial do Espírito Santo. O que a Bíblia ensina? Deus cura, hoje em dia? E se cura, como o faz?
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Dois tipos de cura

Deus sempre se manifestou como aquele que cura seu povo. Através de Moisés, Deus prometeu curar os filhos de Israel e poupá-los das doenças dos egípcios (Êxodo 15:26; Deuteronômio 7:15). Davi louvou a Deus como aquele que cura todas as moléstias (Salmo 103:3). Provérbios ensina que a obediência ao Senhor dá saúde e longa vida (Provérbios 3:2,8; 4:22, etc.). No Novo Testamento também, João orou pela saúde e prosperidade de Gaio (3 João 2). Mas essas promessas tinham certas limitações: Essas promessas não imunizaram totalmente o povo de Deus contra a doença. Homens justos como Jó, Epafrodito e Trófimo adoeceram (Jó 2; Filipenses 2:25-30; 2 Timóteo 4:20). Não houve um tempo, desde o jardim do Éden, em que o povo de Deus teve completa liberdade das enfermidades. Tanto cristãos quanto incrédulos experimentam a doença e a morte. Essas promessas não foram garantias absolutas. Como regra geral, Deus abençoa os fiéis com uma vida mais prolongada e melhor saúde. Considere, por exemplo, a promessa de que aqueles que honram os pais viverão muito tempo (Êxodo 20:12; Efésios 6:1-3). Sabemos que, em geral, aqueles que honram os pais vivem mais. Mas isso não significa que todos que honram seus pais vivem até aos 80, nem que todos os que morrem cedo desonraram seus pais. Eclesiastes mostra claramente que a relação de um homem com Deus não pode ser determinada pela sua saúde ou pelas bênçãos físicas (Eclesiastes 9:1-3). Os amigos de Jó estavam certos de que a enfermidade dele fora causada por causa de sua desobediência; mas isto não era verdade. Os discípulos queriam saber quem teria pecado para causar a cegueira do homem. Jesus replicou que a cegueira não fora causada nem pelo seu pecado nem pelo de seus pais (João 9:1-4). A ênfase das Escrituras não está nas bênçãos físicas. O foco principal das promessas de Deus é espiritual. Estamos, freqüentemente, mais interessados nas promessas de bênçãos físicas, mas uma leitura séria do Novo Testamento nos mostra que o principal interesse de um cristão deve ser sua comunhão com Deus e seu lar eterno (veja Filipenses 3:20-21; Colossenses 3:1-4; Hebreus 11:13-16, 35-38).

Além do cuidado geral de Deus para com a saúde de seu povo, houve certas épocas nas quais Deus operou milagres especiais de curas. Através de Moisés, por exemplo, Deus tornou uma água amarga em doce, curou lepra e levantou uma serpente de bronze para curar mordeduras de cobras. Através de Elias e Eliseu, Deus curou lepra, ressuscitou mortos, etc. Através de Jesus e dos apóstolos, Deus curou os cegos, os coxos, os surdos e muitos outros. Os tempos extraordinários das curas milagrosas corresponderam às novas revelações que Deus estava dando ao povo. Os sinais que Moisés operou atestaram suas credenciais para apresentar a nova lei de Deus aos filhos de Israel. Os sinais de Elias e Eliseu deram o carimbo da aprovação de Deus ao trabalho dos profetas de revelar uma outra maior porção da palavra de Deus. Os sinais de Cristo e dos apóstolos mostram que a revelação do Novo Testamento foi enviada por Deus.

Deus cura hoje em dia?

Sim, Deus cura seu povo através da oração, da providência e da ação de sua vontade, como ele sempre fez. Muitas vezes as pessoas glorificam médicos e remédios, quando Deus é aquele que deve receber o crédito. Todas as boas dádivas vêm de Deus e devemos sempre lembrar de dar a ele a glória e o agradecimento (Tiago 1:17).

Mas será que Deus ainda cura da maneira especial e miraculosa como antigamente o fez? Será que ele ainda dá poderes especiais de curas aos homens, como o fez a Moisés, a Elias e Eliseu, e a Jesus e aos apóstolos? Alguns responderão sim. Muitas igrejas e religiões reivindicam o poder de curar dessa maneira especial. Essas abrangem de diversas igrejas pentecostais (Deus é Amor, Assembléia de Deus, Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja da Graça, Igreja do Evangelho Quadrangular, Congregação Cristã no Brasil, etc.) aos ramos carismáticos das igrejas tradicionais, tais como a Católica e a Batista, e seitas como a de Cientista Cristão, até aos diversos grupos que compõem o espiritismo. Parece haver um impressionante arranjo de "evidência" para as supostas curas milagrosas nos dias atuais. A própria diversidade dessa evidência, contudo, deve levar-nos a reconsiderar. Estará, realmente, Deus operando sinais especiais e maravilhas em tantas diferentes, e mesmo contraditórias, igrejas e religiões? Na Bíblia, as curas especiais foram a maneira de Deus confirmar a nova revelação que ele estava dando através dos que curavam. É claro que Deus, que não se contradiz, não está confirmando todas estas mensagens conflitantes.

As muitas advertências contra os falsos sinais e maravilhas precisam ser examinadas. O diabo sempre simula as obras de Deus (examine Deuteronômio 13:1-5; 2 Coríntios 11:13-15; 2 Tessalonicenses 2:9-12; 2 Timóteo 3:13; Apocalipse 13:13-14; 16:13-14). E, também, o diabo é muito hábil em trabalhar através da religião (Mateus 7:15-23; 2 Coríntios 11:13-15; Colossenses 2). Portanto, a presença das supostas curas miraculosas na atualidade, as quais são totalmente diferentes das curas na Bíblia, não deve nos surpreender.

Diferenças entre as curas de hoje e as na Bíblia

Tipo. As curas especiais na Bíblia incluíam todos os tipos de moléstias. Jesus e os apóstolos podiam curar qualquer pessoa de qualquer doença ou enfermidade (Atos 5:15-16; Marcos 1:32-34; Mateus 4:23-24; 9:35). Cegos de nascença recebiam a visão imediatamente; coxos de nascença começavam a andar e saltar; lepra, mãos definhadas, orelhas cortadas e outros males perfeitamente visíveis eram curados diante dos próprios olhos daqueles que observavam (Atos 3:1-10; 4:22; João 9; Marcos 3:1-6; Mateus 8:1-4; Lucas 22:50-51). Ainda mais admirável era a ressurreição dos mortos (Lucas 7; João 11; Atos 9; 20). As curas de agora são diferentes. Os que fazem curas hoje em dia se especializam em dores de cabeça, dores lombares e outras enfermidades invisíveis. Sim! Algumas vezes ouvimos falar de um cego que recebeu sua vista ou de mortos sendo ressuscitados, mas nunca, ninguém, parece testemunhar esses eventos. Eles sempre ocorreram em outro tempo ou lugar e ninguém parece se lembrar exatamente de quando e onde. Sem dúvida, as "curas milagrosas" que você e eu vemos hoje são de uma natureza muito diferente dos milagres na Bíblia.

Maneira. As curas na Bíblia eram instantâneas. Não havia reação retardada. Os cegos recebiam sua vista na hora; os coxos começavam a andar, correr e saltar; a pele dos leprosos era purificada instantaneamente (Mateus 8:3; 12:13; Atos 3:7-8; João 9:7). As curas miraculosas foram sempre completas. Não havia curas parciais (Atos 3:16). A maneira de Jesus e dos apóstolos era simples. Não havia fanfarras; não havia nada encenado. Aqueles com a verdadeira capacidade de curar faziam seu trabalho calmamente, simples e completamente. Poderá alguém que testemunhou "curas", hoje, dizer que elas são feitas da mesma forma?

Freqüência. Nenhum dos que, hoje em dia, "curam" sempre têm êxito. Geralmente, atribuem a culpa pelos insucessos à falta de fé por parte dos que querem ser curados. Mas na Bíblia, aqueles que realmente tinham o poder de curar conseguiam seu intento. Há uma única exceção registrada (Mateus 17) e, nesse caso, o problema foi uma falta de fé por parte dos que pretendiam curar. Nem todos aqueles que recebiam as curas tinham fé; de fato, alguns que nem esperavam ser curados o foram (João 5; Atos 3). Deus nunca falha. Se houvesse, nestes dias, pessoas que verdadeiramente tivessem poderes especiais de Deus para curar, eles também não falhariam.

Propósito. Na Bíblia, os milagres e as curas eram sinais para confirmar a mensagem do homem que os operava. Deus autenticou cada nova mensagem com sinais (Hebreus 2:3-4; Marcos 16:20). Gerações posteriores tinham que confiar na mensagem escrita daqueles que demonstravam as credenciais para revelá-la (João 20:30-31). Há muitos textos que mostram que a mensagem do evangelho foi completamente revelada no primeiro século (João 16:13; Judas 3) e que não haveria revelação adicional (Gálatas 1:6-9). Considere esta ilustração: O Cristo ressuscitado foi visto por várias testemunhas que escreveram sobre o que viram. Hoje, não vemos Cristo; confiamos na evidência registrada por aqueles que o viram. Os aparecimentos de Cristo depois de sua ressurreição serviram precisamente ao mesmo propósito que as curas e milagres: para provar que ele é o Filho de Deus e que devemos confiar na mensagem do Novo Testamento. Não há mais razão para esperar que alguém terá poder para curar hoje em dia, do que pensar que Cristo reaparecerá nestes dias.

É também digno de nota que o propósito das curas na Bíblia nunca foi financeiro. Pura e simplesmente, nunca lemos sobre Jesus ou os apóstolos ou outros cristãos primitivos com capacidade para curar fazendo coletas daqueles que eles estavam curando. De fato, em relação a estas próprias coisas (curar os doentes, ressuscitar os mortos, limpar os leprosos e expelir demônios) Jesus disse que as dessem gratuitamente (Mateus 10:8). Somos também advertidos sobre os que "movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias" (2 Pedro 2:3).

Efeito. Quando homens tinham, verdadeiramente, poderes para curar, todos se maravilhavam e ficavam admirados com os resultados (Atos 3:9-11; Lucas 7:16-17). Até mesmo os inimigos do evangelho tinham que admitir que as curas realmente aconteciam (João 11:48; Atos 4:16). Afinal, como poderiam negá-las? Havia os mortos que Jesus tinha ressuscitado, os coxos que ele havia curado e os cegos que agora viam, dando testemunho visível do seu poder. Os inimigos do evangelho sempre tentaram se opor e desacreditar o ensinamento, mas nunca tentaram negar que as curas e os milagres realmente aconteceram. Às vezes, questionavam quando Jesus curava (por exemplo, no sábado) ou pelo poder de quem (por exemplo, do diabo, diziam eles) o fazia, mas nunca negavam a autenticidade dos milagres. Os que curam, atualmente, experimentam resultados que são muitíssimo diferentes. Porque as curas não são imediatas, nem completas, nem visíveis, muitos reconhecem que eles realmente não têm qualquer poder especial. Onde está o milagreiro de hoje que tenha entrado numa cidade e curado todos os doentes? Os efeitos são diferentes.

O Que Podemos Concluir?

Houve dois meios básicos pelos quais Deus curou: o meio normal, através da oração e da providência, e o meio miraculoso, para confirmar as novas revelações. Deus continua a curar pelo meio normal e, por esta razão, devemos orar pelos doentes e agradecer a Deus pela recuperação deles. Mas não há evidência de que alguém tenha, hoje, as aptidões especiais, que Jesus e os apóstolos tinham para curar os enfermos. Nem devemos esperar que tenha. A intenção de Deus era confirmar sua nova revelação, através dos seus mensageiros, dando a eles especiais poderes de cura; sua revelação está completa; portanto, ele não continuou a dar poderes especiais. Tais curas especiais não ocorrem em nossos dias.

Objeções

Hebreus 13:8. Aqueles que crêem que Deus continua dando, hoje, poderes especiais de cura aos homens usam vários argumentos para apoiar essa idéia. Por exemplo, Hebreus 13:8 afirma que Jesus é o mesmo ontem, hoje e sempre. Há pessoas que usam esse texto para dizer que, se curas especiais e maravilhas aconteceram no primeiro século, o mesmo deve acontecer hoje em dia. Mas esse texto não diz que Jesus faz exatamente as mesmas coisas em todas as eras, nem que sua vontade é sempre a mesma. Hoje, os homens confessam pecados, enlutam-se, casam-se. Mas não farão assim para sempre. No céu não há confissão de pecados, luto ou casamento. No Velho Testamento não havia batismo pelo Espírito Santo ou o falar em línguas. Jesus é o mesmo. Mas sua obra mudou. No primeiro século, livros foram acrescentados à Bíblia, houve apóstolos vivos e Cristo apareceu na terra em forma humana. Hoje não. O fato de que Jesus nunca muda não significa que ele sempre dê aos homens os mesmos poderes ou aja sempre do mesmo modo. Há um certo progresso no procedimento de Deus para com os homens. Passo a passo ele executa seu plano. Conforme o plano é cumprido e a maturidade é atingida, certas coisas necessariamente mudam (1 Coríntios 13:11).



Marcos 16:17-18. Marcos 16:17-18 é usado, às vezes, para ensinar que todos os crentes serão capazes de operar curas, expelir demônios e falar em línguas. É interessante que poucos são os que afirmam, que todos os crentes podem beber veneno ou pegar em serpentes, ainda que essas coisas sejam mencionadas na mesma passagem. É importante analisar cuidadosamente o contexto desta promessa. Jesus estava falando aos apóstolos e prometeu que esses sinais acompanhariam os crentes. Ele não disse que todos os crentes, nem mesmo naquela época, poderiam operar sinais. Marcos 16:20 afirma que essa promessa já havia sido cumprida: "E eles, tendo partido, pregaram em toda parte, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra por meio de sinais, que se seguiam." A pregação, mencionada em Marcos 16, com os sinais que a confirmariam já aconteceu. Se há mais sinais, hoje, pelo menos esse texto não está afirmando nada a respeito.

João 14:12. Alguns se valem de João 14:12 para tentar provar que as curas milagrosas continuam ainda hoje. Essa passagem ensina que discípulos de Cristo farão obras maiores do que ele fez. O significado é que, depois da morte e da ressurreição de Jesus, seus seguidores pregariam a mensagem da salvação e ofereceriam, realmente, o perdão dos pecados pelo sangue de Cristo. Eles fariam uma obra maior por causa da expiação proporcionada pela morte de Jesus. Muitos deturpam esse texto para dizer que os crentes operarão milagres maiores. Mas como? Eles mudarão mais água em vinho, alimentarão uma multidão maior com menos pães e peixes, acalmarão tempestades mais violentas, ressuscitarão mais pessoas mortas? Seria difícil realizar maiores milagres do que Jesus. Esse texto está falando da salvação que poderia ser proporcionada depois da morte e ressurreição de Cristo.

Testemunhos. Finalmente, alguns se voltam para o testemunho das "curas" especiais nos dias atuais. Ou foram curados ou viram alguém curado, ou ouviram sobre alguém que foi curado. Mas há problemas com isso. Deus cura hoje. Ele não cura da maneira miraculosa como o fez no primeiro século, mas cura. Ele não dá aos homens, nos dias atuais, poderes especiais de cura. Deus pode curar através de sua providência e ao mesmo tempo um dos que "curam" pode começar a exercer sua arte. As pessoas dão o crédito ao "milagreiro", quando na realidade foi a providência de Deus que curou. Muitas enfermidades são grandemente afetadas pela mente. Se alguém pensa que foi curado, muitas vezes se sentirá melhor. Por essa razão, diversas "curas" ocorrem numa atmosfera emocionalmente carregada, com muitos na expectativa de receber uma cura. Raramente os que dizem que curam, hoje em dia, vão a lugares públicos e realizam tal ato; a maioria das "curas" ocorre em edifícios de igrejas ou lares. Jesus, ao contrário, curava em qualquer situação, até mesmo enquanto caminhava rua abaixo. Não há evidência de homens, hoje, curando como Jesus e os apóstolos curavam. Todos ouviram falar de algum lugar afastado onde uma pessoa morta foi ressuscitada, um leproso limpo, ou uma pessoa cega recebeu sua visão. Mas quem realmente experimentou esses fenômenos? Se Deus ainda cura hoje em dia do mesmo modo que no passado, por que são quase todas as curas invisíveis? Por que os milagres notáveis sempre ocorrem em algum lugar distante?

Conclusão

Deus continua a curar em nosso tempo, porém não mais concede aos homens capacidade especial para curar. Há diferenças radicais entre as curas verdadeiramente milagrosas do primeiro século e as alegações de curas hoje. Temos a revelação completa e confirmada do evangelho; portanto, Deus descontinuou seu uso das curas especiais. As curas de Deus, agora, são através da oração e da providência, e não através de sinais miraculosos.

-por Gary Fisher

Educação de Crianças-Pais, não sejam intimidados a renderem sua autoridade

Educação de Crianças-Pais, não sejam intimidados a renderem sua autoridade


Sou a favor da educação e da busca de entendimento em um amplo espectro de conhecimento humano. Considero o hábito de leitura um dos mais importantes no desenvolvimento de crianças e jovens e no crescimento intelectual constante dos adultos. O estudo do conhecimento acumulado pelos seres humanos traz muitos benefícios para todos nós. Apesar de alguns abusos, os avanços na tecnologia e na medicina, como exemplos óbvios, trazem um impacto positivo nas nossas vidas.
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A aquisição de conhecimento técnico e teórico não deve ser motivo para desprezar outras formas de conhecimento de igual ou maior importância. Em algumas situações, o conhecimento prático adquirido por longos anos de experiência pode valer mais do que o entendimento teórico adquirido nas salas de aula das melhores universidades. Há pedreiros que entendem mais do que alguns engenheiros. Há mães que sabem mais do que médicos ou professores sobre as necessidades dos seus filhos. Alguns trabalhadores rurais entendem mais sobre alguns assuntos do que professores em faculdades de agricultura. Não devemos desprezar o conhecimento dos outros adquiridos por meios diferentes, mas também não devemos ser intimidados por pessoas que parecem sabidas por terem algum conhecimento de algum assunto ou outro.

Essas considerações são especialmente importantes na criação dos filhos. Durante as décadas recentes, houve um aumento notável no nível de escolaridade média no Brasil. A maioria dos jovens alcança um nível de estudo formal maior do que o atingido pelos pais. Durante esse processo educativo, é comum para o jovem perceber que seus professores têm mais conhecimento teórico do que os pais, pelo menos em algumas disciplinas. Alguns começam a considerar os pais mal informados ou intelectualmente inferiores aos seus professores. Muitos pais se sentem intimidados ou mal preparados para questionar ensinamentos passados para os filhos no contexto escolar. Enviam seus filhos à escola e confiam cegamente nos professores que ensinam ou até doutrinam seus filhos na sala de aula, estes frequentemente constrangidos por pressões políticas a formar cidadãos conforme os ventos partidários do momento.

Pais, não sejam intimidados a renderem sua autoridade na educação dos seus filhos! Você não precisa dominar todas as disciplinas ensinadas em uma universidade para aplicar seu bom senso e guiar seus filhos. Filosofias mudam. Conceitos aceitos como fatos científicos em um momento podem ser refutados e rejeitados depois. A exaltação do conhecimento científico ou dos pensamentos de filósofos acima da revelação divina nas Escrituras é tolice, independente do nível de escolaridade do tolo!

Paulo, um homem que demonstrou seus conhecimentos amplos de filosofia, idiomas, literatura e diversas religiões avisou sobre o perigo de confiar no entendimento mutável adquirido por observações humanas. Ele defendeu a superioridade do conhecimento espiritual que Deus revelou nas Escrituras, especialmente na mensagem sobre Jesus Cristo: “Onde está o sábio? Onde, o escriba? Onde, o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo? Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação. Porque tanto os judeus pedem sinais, como os gregos buscam sabedoria; mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios; mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens. Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus” (1 Coríntios 1:20-29).

Paulo não foi intimidado pelo falso conhecimento daqueles que negavam a veracidade das Escrituras (1 Timóteo 6:20-21), pois declarou com confiança a mensagem do evangelho (Romanos 1:15-16). Devemos manter a mesma confiança. Depois de teorias, especulações e filosofias dos homens serem abandonadas, a palavra de Deus permanecerá (1 Pedro 1:23-25).

-por Dennis Allan
LÍNGUA-Essa é pra vc que gosta de tirar foto

LÍNGUA-Essa é pra vc que gosta de tirar foto

A imagem pode conter: 5 pessoas, pessoas sorrindo
EVITEM TIRAR FOTOS DANDO LÍNGUA...
Descobri o significado de tirar fotos e postar com a linguá de fora !
Essa é pra vc que gosta de tirar foto mostrando a linguá
os artistas tiram tais fotos !
O povo erra por falta de conhecimento!!!
O ato de postar fotos mostrando a língua além de ser falta de educação é uma forma de adorar uma entidade do hinduísmo chamada Kali.
Kali, do sânscrito Kālī काली (que significa, literalmente, A Neg...ra), é uma das divindades mais cultuadas do Hinduísmo.
No paganismo ela é a verdadeira representação da natureza e é também considerada por muitas pessoas a essência de tudo o que é realidade e a fonte da existência do ser. Deusa da morte e da sexualidade, Kali - cujo nome, em sânscrito, significa "negra" - é a esposa do deus Shiva, segundo o tântrismo é a divina Mãe do universo, destruidora de toda a maldade. É representada como uma mulher exuberante, de pele escura, que traz um colar de crânios em volta do pescoço e uma saia de braços decepados - expressando, assim, a implacabilidade da morte.
A lenda conta que, numa luta entre Durga e o demônio Raktabija, este fez o desespero de Durga com um maléfico poder: cada gota do sangue se transformava em um demônio. Durga e Shiva, ao tentar matar os vários demônios que surgiam a cada gota de sangue, cortavam a cabeça (e daí nasciam mais e mais demônios). Já em desespero, surge Kali, que cortava as cabeças e lambia o sangue (daí representado pelo colar de cabeças, pela adaga e a língua de fora). Assim, dizimou os demônios,
 MENTIRA.UMA BELA REFLEXÃO

MENTIRA.UMA BELA REFLEXÃO

UMA BELA REFLEXÃO SOBRE A MENTIRA...
Tomás de Aquino estava mergulhado em seus livros quando foi abruptamente interrompido por um aluno que gritava: Mestre, venha até aqui. 
Há uma vaca voando lá fora! Tomás levantou-se depressa, foi correndo até a janela e olhou para o céu. 
No mesmo instante o jovem soltou uma sonora gargalhada e disse em tom zombeteiro: Como pode alguém acreditar que uma vaca está voando? Então, Tomás de Aquino fitou-o gravemente e respondeu: É mais fácil crer que uma vaca está voando do que acreditar que um cristão está mentindo. "TOMA DISTRAIDO..."
"Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. 
Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira." João 8:44
O Grande Médico deseja restaurar a nossa saúde e integridade espiritual

O Grande Médico deseja restaurar a nossa saúde e integridade espiritual


O Grande Médico
“Tendo Jesus ouvido isto, respondeu-lhes: Os sãos não precisam de médico e sim os doentes; Não vim chamar justos, e sim pecadores” (Marcos 2:17).

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Nossas doenças mais sérias não são físicas, mas sim espirituais. Somos machucados mais pelos males do nosso caráter do que pelas doenças do corpo. E é com a retirada destes pecados do coração que Deus se preocupa. O Grande Médico deseja restaurar a nossa saúde e integridade espiritual.

Se quisermos melhorar, temos de ser honestos e abertos à verdade sobre o nosso caráter atual. Nem mesmo o Grande Médico pode nos ajudar se não estivermos dispostos a sermos examinados. Tentar esconder os nossos sintomas e fingir que não há nada de muito sério errado conosco apenas terá o resultado de piorarmos. Um diagnóstico correto nos tornará mais humildes, de certo, mais ainda devemos procurar saber toda a verdade. A oração de Davi é a de um homem honesto: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração...vê se há em mim algum caminho mal” (Salmo 139:23-24). Devemos desejar a ver nós mesmos da maneira que Deus nos vê.

Mas mais ainda, devemos cultivar a confiança que Deus sabe o que ele está fazendo. Compreendendo a sabedoria de seu plano ou não, devemos confiar tanto no diagnóstico dele como na efetividade de seu tratamento. Devemos também ter a coragem de nos submeter ao processo de cura que ele prescreve. O câncer não pode ser cortado fora de nosso caráter sem cirurgia radical. Pelo pecado ser tão entrelaçado no nosso pensamento, a operação para removê-lo é sempre dolorosa e, muitas vezes, longa. Mas da mesma maneira que com doença física, se não estamos dispostos a agüentarmos a dor momentânea para ficarmos saudáveis mais para frente, a nossa única opção é de ficarmos cada vez mais doentes. Podemos continuar na nossa zona de “conforto” doentio ou podemos nos direcionar a uma saúde maior, mas não dá para fazer ambos ao mesmo tempo. “Que te propus a vida e a morte, e a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (Deuteronômio 30:19).

Quanto compromisso temos para com a verdade a respeito de nós mesmos? Com toda a nossa conversa a respeito da verdade amorosa, desejamos realmente ver tudo que Deus vê quando ele examina os nossos corações? Não haverá redenção para aqueles que não estão dispostos a enxergar a realidade.

Quando nós vamos ao encontro com Deus, devemos ir como um paciente
Que vai ao médico, para primeiramente sermos examinados e depois sermos
Tratados pelas nossas doenças. Então algo acontecerá quando você orar. (O. Hallesby)

–por Gary Henry

Deus-nos diz para lançar sobre ele as nossas ansiedades.

Deus-nos diz para lançar sobre ele as nossas ansiedades.


Se Deus conhece nossas necessidades, por que Ele nos manda orar?
Deus-nos diz para lançar sobre ele as nossas ansiedades.
A maioria de nós não gosta de se humilhar. Eu, pelo menos gosto, não gosto. E oração é um ato de humildade. Oração é um ato de fraqueza. Quando oramos, admitimos a Deus que precisamos desesperadamente de ajuda. Que somos fracos, necessitados, e não temos o controle de todas as coisas. Que não somos autossuficientes.

Mas Deus se grada desse ato de humildade. Então, em 1 Pedro 5.6-7, ele nos diz:

Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte, lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.

Nós nos humilhamos “sob a poderosa mão de Deus”. Em outras palavras, a oração reconhece que Deus é soberano e controla todas as coisas. Nos curvamos perante sua soberania. Reconhecemos que Deus governa com sua mão poderosa e que não podemos controlar qualquer coisa em nós mesmos.

A oração aguarda pelo “tempo oportuno” para que Deus nos exalte. Esperar por Deus é humilhante porque, novamente, reconhecemos que não podemos mudar qualquer coisa e precisamos esperar que Deus mude. Precisamos esperar pacientemente por Aquele que conhece o fim e o começo de todas as coisas, que é infinitamente sábio e sabe o tempo absolutamente perfeito de vir nos resgatar ou suprir nossas necessidades. Ele sabe a hora perfeita de responder nossas orações. Nossa aflição não vai demorar um segundo além do que Ele determinar.
Deus-nos diz para lançar sobre ele as nossas ansiedades.
Deus nos diz para lançar sobre ele as nossas ansiedades. Por que precisamos contar a Deus as nossas aflições quando ele já as conhece? Por que pedir é um ato de humildade, e como Deus resiste ao orgulhoso mas dá graça ao humilde (1 Pedro 5.5), a oração nos coloca na posição de receber graça. Deus deseja tanto nos conceder graça que nos conta qual é a melhor forma de a recebermos!

Deus nos diz para lançar nossas ansiedades sobre ele “porque ele tem cuidado de vós”. Quando oramos, é importante nos lembrarmos que Deus, o criador das galáxias, o sustentador do céu e da terra, está atento a nós – individualmente. Eu costumava pensar que Deus estava tão ocupado governando o universo que não teria tempo para as minhas necessidades particulares. Mas descobri que Deus ama e se preocupa profundamente com seus filhos individualmente. Ele nos conhece pelo nome. Ele contou cada fio de cabelo em nossas cabeças. Então ore porque Deus cuida de você, de duas ansiedades e necessidades. Se ele alimenta as aves do campo e os pássaros no céu, quanto mais não cuidará de seus filhos comprados com sangue?
Deus-nos diz para lançar sobre ele as nossas ansiedades.
Não seja orgulhoso. Não banque o valentão que enfrenta a vida sozinho. Se humilhe sob a poderosa mão do Todo Poderoso, que é misericordioso, generoso e pronto a derramar sua graça. Lance sobre ele suas ansiedades e ele te exaltará em tempo oportuno.
Deus-nos diz para lançar sobre ele as nossas ansiedades.
Tradução: Filipe Schulz no Reforma 21
Fonte: Mark Altrogge in the Blazing Center
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estudo sobre filadelfia a igreja do amor perfeito

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Carta à Igreja em Filadélfia

Entre as sete cartas às igrejas no Apocalipse, encontramos duas que não contêm nenhuma crítica das igrejas: A carta à igreja em Esmirna, uma congregação pobre que enfrentava perseguição, e a carta à igreja em Filadélfia, uma congregação fraca e limitada, mas que dependia de Deus. Os homens tendem a medir força e qualidade em termos de tamanho, poder e riqueza. Jesus vê as igrejas de forma diferente. Independente de sucesso em termos que o mundo vê e mede, Jesus olha para o caráter e o coração de cada discípulo e de cada igreja. Ele sabe muito bem quem pertence a ele.
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Ao Anjo da Igreja em Filadélfia (3:7-13)

A igreja em Filadélfia (7): As únicas referências bíblicas a Filadélfia se encontram no Apocalipse (1:11; 3:7). A cidade de Filadélfia gozava uma localização estratégica de acesso entre os países antigos de Frígia, Lídia e Mísia. Foi fundada pelo rei de Pérgamo, Atalo, cerca de 140 a.C. Ele foi conhecido por sua lealdade ao seu irmão, assim dando origem ao nome da cidade (Filadélfia significa amor fraternal). A região produzia uvas e o povo especialmente honrava Dionísio, o deus grego do vinho. A cidade servia como base para a divulgação do helenismo às regiões de Lídia e Frígia. Foi localizada num vale no caminho entre Pérgamo e Laodicéia. Filadélfia foi destruída por um terremoto em 17 d.C. e reconstruída pelo imperador Tibério. Em alguns momentos de sua história, a cidade recebeu nomes mostrando uma relação especial ao governo romano. Depois de ser reconstruída, foi chamada brevemente de Neocesaréia. Durante o reinado de Vespasiano, foi também chamada de Flávia (nome da mulher dele, e a forma feminina de um dos nomes dele). Atualmente, a cidade de Alasehir fica no mesmo lugar, construída sobre as ruínas de Filadélfia.

Estas coisas diz o santo, o verdadeiro (7): Nesta carta, Jesus não empregou as descrições do capítulo 1 para se identificar. Ele afirma ser o santo e o verdadeiro. São características divinas (6:10). A santidade é uma das qualidades principais de Deus (veja 4:8; Isaías 6:3). Ninguém é igual ao Santo Deus (Isaías 40:25). A palavra “verdadeiro” é usada freqüentemente no Novo Testamento, e especialmente nos livros de João, em referência a Deus (Pai e Filho). Veja João 3:33; 7:28; 8:26; 17:3; 1 João 5:20; Apocalipse 3:7; 6:10; 19:11; Romanos 3:4; 1 Tessalonicenses 1:9. Enfatiza a sinceridade dele, em contraste com a falsidade dos judeus em Filadélfia.

Aquele que tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará, e que fecha, e ninguém abrirá (7): Esta linguagem vem de Isaías 22:20-24, onde a autoridade sobre Jerusalém e sobre Judá é transferida a Eliaquim. A chave representa autoridade e poder. Jesus, como descendente real de Davi, controla o acesso ao reino de Deus. Ele abre, e ninguém é capaz de fechar. Ele fecha, e ninguém consegue abrir.

Conheço as tuas obras (8): Como afirmam todas as cartas, Jesus conhece de primeira mão as obras dos cristãos em Filadélfia.

Tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar (8): Antes de falar sobre as obras deles, Jesus já oferece encorajamento a esses discípulos. Mesmo sendo servos fiéis, eles sentiram fracos e, talvez, incapazes de cumprir bem seus deveres ao Senhor. Jesus queria assegurá-los de sua fidelidade para com os seus servos.

Portas abertas representam acesso e oportunidades. Deus abre a porta da fé quando oferece o evangelho aos homens (Atos 14:27), assim lhes dando acesso à comunhão com ele. Abre portas de trabalho para seus servos divulgarem a palavra (1 Coríntios 16:9; 2 Coríntios 2:12; Colossenses 4:3). Aqui ele não fala especificamente da natureza das oportunidades dadas aos discípulos em Filadélfia, mas garante que as portas ficariam abertas. Hoje, quando Deus abre portas de oportunidade para nós, devemos aproveitá-las (Tiago 4:17).

Que tens pouca força (8): Fraqueza nem sempre sugere pecado. Jesus não condena esta igreja por nenhum erro, mas diz que ela tinha pouca força. Pode ser que fossem poucos em número, ou de outra maneira limitados em capacidade. Quando reconhecemos as nossas próprias limitações e fraquezas, devemos confiar mais em Deus e depender de sua força (2 Coríntios 12:9-10). Como Eliseu venceu os siros pelo poder de Deus (veja 2 Reis 6:16-17), os fiéis em Filadélfia teriam sua vitória pela força de Jesus.

Entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome (8): Apesar de suas limitações, a igreja em Filadélfia se mantinha fiel. Guardava a palavra de Jesus. Ele veio ao mundo e revelou a sua palavra, que nos julgará no último dia (João 12:48-50). Esta nova aliança entrou em vigor após a morte de Jesus (Hebreus 9:15-17; 8:6-13). Devemos obedecer a perfeita lei da liberdade que Jesus nos deu (Tiago 1:25). Eles defendiam o nome de Jesus e não o negaram.

A sinagoga de Satanás (9): Havia uma sinagoga de Satanás, uma congregação de falsos judeus, também em Esmirna (2:9). Sabemos do livro de Atos que as primeiras perseguições da igreja, tanto em Jerusalém como na Ásia, foram feitas por judeus. A igreja em Filadélfia sofreu por causa desses falsos judeus.

Eis que os farei vir e prostrar-se aos teus pés e conhecer que eu te amei (9): Apesar de serem fracos, os discípulos em Filadélfia ficariam do lado do vencedor. Seriam exaltados acima dos seus inimigos (veja Isaías 60:14). Os servos fiéis e vitoriosos podem reinar com Cristo sobre as nações (20:4; 2:26-27), mas a glória e a adoração ainda pertencem totalmente ao Senhor. Esta honra serviria de prova do amor de Jesus para com os seus seguidores. Os falsos judeus os odiavam, mas o Senhor e Cristo os amava!

Porque guardaste a palavra da minha perseverança (10): Não desistiram!

Eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra (10): Os discípulos em Filadélfia seriam guardados num período de provação que afligiria o mundo. Pode ser uma referência à perseguição que começou no reinado de Domiciano e que causou terrível sofrimento e a morte de centenas de milhares de pessoas. Independente da natureza específica desta provação, Jesus prometeu proteção (mas não isenção de sofrimento) aos fiéis em Filadélfia. Ainda precisariam conservar o que tinham (3:11).

Venho sem demora (11): A vinda de Jesus traria alívio para os servos que sofriam pelo nome dele, e castigo terrível para os perseguidores e imundos. Para a maioria em Sardes, seria um dia de angústia (3:3). Para os cristãos em Filadélfia, seria um dia de alívio.

Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa (11): Depois de tudo que Jesus fez e prometeu, os cristãos em Filadélfia ainda teriam que fazer a sua parte. Ainda enfrentariam tentações e correriam o risco de perder tudo que haviam alcançado. Mesmo os servos mais fiéis precisam vigiar e permanecer fiéis até o fim.

Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus (12): As colunas de Filadélfia racharam e caíram no terremoto algumas décadas antes, mas as colunas no verdadeiro templo de Deus jamais seriam destruídas. Estas não são de pedra; são colunas vivas e firmes. Jesus não fala somente de líderes nas igrejas (veja Gálatas 2:9), mas de todos os vencedores fiéis. Os discípulos do Senhor são, ao mesmo tempo, pedras vivas e sacerdotes (1 Pedro 2:5-9).

Daí jamais sairá (12): Os vencedores permanecerão no templo para sempre. Gozarão comunhão eterna com Deus.

Gravarei...sobre ele (12): Várias descrições mostram a posição privilegiada do vencedor. Nomes gravados sugerem posse. O vencedor pertence a Deus. Ele faz parte do “povo de propriedade exclusiva de Deus” (1 Pedro 2:9). Ele também pertence à cidade de Deus, a nova Jerusalém. A nova Jerusalém é a noiva de Cristo (21:2). O vencedor faz parte da noiva, da igreja que pertence somente a Jesus. Ele recebe, também, o nome de Cristo. Jesus confessará abertamente os nomes dos seus servos (Mateus 10:32).

Quem tem ouvidos...ouça (13): Jesus viria logo para castigar e salvar. É importante ouvir a sua mensagem e estar preparado.

Conclusão

Como identificar uma igreja boa? Seria a maior? A mais ativa? A mais conhecida? A mais rica? Certamente Jesus julga por critério diferente do nosso. Ele pode ver uma igreja pobre ou fraca como uma congregação fiel, dedicada e perseverante. Ao invés de tentar impressionar os homens, devemos nos dedicar ao desenvolvimento do caráter que agrada a Deus.

–por Dennis Allan
Divórcio-e Arrependimento Quatro princípios bíblicos

Divórcio-e Arrependimento Quatro princípios bíblicos


Divórcio e Arrependimento:Podem adúlteros batizados manter suas esposas?Divórcio-e Arrependimento Quatro princípios bíblicos

Há muitos que pensam que o batismo permite às pessoas permanecerem nos segundos casamentos ilegais. Mesmo Jesus tendo dito que o novo casamento de uma pessoa divorciada é adultério, eles concluem que o batismo dá permissão para o novo casamento continuar. Eles alegam que exigir dos divorciados e casados que se separem é negar a vontade de Deus de perdoar o adultério. Para justificar esta posição, passagens como 2 Coríntios 5:17 são usadas: "Assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas."

O propósito deste artigo é apresentar a evidência bíblica, provando que o perdão dos pecados no batismo não autoriza a continuação de um casamento adúltero.

Quatro princípios bíblicos

1. Relação de casamento com um segundo esposo é adultério.

"Quem repudiar sua mulher e casar com outra, comete adultério contra aquela. E se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério" (Marcos 10:11-12).

Note: "quem". Divórcio e novo casamento é adultério para quem quer que seja. Só uma exceção é encontrada (Mateus 19:9). O adultério continua enquanto o primeiro companheiro viver.

"Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei, e não será considerada adúltera, se contrair novas núpcias" (Romanos 7:2-3).

2. O arrependimento é necessário para o perdão.

O arrependimento é exigido de todos (Atos 17:30). O arrependimento é uma exigência para receber o batismo (Atos 2:38). Qualquer um que não se arrepender perecerá (Lucas 13:3, 5).

3. O arrependimento exige que o pecador termine qualquer relacionamento sexual pecaminoso.

A raiz da idéia é a mudança. No Velho Testamento, os homens eram chamados a arrependerem-se e desviarem-se de todas as transgressões (Ezequiel 18:30). No Novo Testamento, o arrependimento tinha que produzir frutos e realizar certas obras dignas de arrependimento (Mateus 3:8; Atos 26:20). Aqueles que se arrependeram deixaram seus pecados (Atos 19:18-20). Aqueles que continuaram no pecado, por escolha, estavam se recusando a se arrependerem (Apocalipse 9:20-21). Paulo achou surpreendente que alguém pudesse imaginar que poderia continuar sendo injusto e, ainda assim, ir para o céu.

"Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores, herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus" (1 Coríntios 6:9-11).

Esta é uma passagem significativa. Esses adúlteros tinham sido lavados de seu pecado. Continuaram eles suas uniões adúlteras? Não! Paulo diz, "tais fostes alguns de vós." A ênfase se faz sobre o tempo: "vós fostes" Suma coisa do passado. Alguns desses tinham sido homossexuais. Outros, adúlteros. Mas, para serem perdoados, eles terminaram suas relações homossexuais e adúlteras. A questão não é se acreditamos que adultério ou homossexualidade pode ser perdoada, mas quais são as condições do perdão. Para ser perdoado de adultério ou homossexualidade tem que se arrepender e para se arrepender, tem que terminar a relação sexual pecaminosa.

Há exemplos bíblicos onde Deus exigiu de pessoas em casamentos pecaminosos que se separassem. Nos dias de Esdras, homens se arrependendo de casamentos pecaminosos mandaram embora suas esposas ilegais (Esdras 9-10). Nos dias de João, para Herodes se arrepender ele teria que deixar Herodias (Marcos 6:18). Hoje, qualquer um, arrependendo-se de um casamento pecaminoso, tem que terminar esse casamento. O que faz um casamento pecaminoso mudou desde os dias de Esdras; mas o que tem que ser feito quando se está num casamento pecaminoso não mudou. A exigência de Deus para o arrependimento não foi facilitada (Atos 17:30-31).

4. Uma pessoa perdoada não tem direito a continuar no pecado.

"Permaneceremos no pecado, para que a graça seja mais abundante? De modo nenhum" (Romanos 6:1-2).

O perdão lava os pecados passados mas não dá licença para pecar no futuro. Veja 1 João 3.

Portanto, um casamento adúltero tem que ser terminado para ser perdoado e não pode continuar depois do perdão.

Objeção considerada

Há quem pense que um segundo casamento ilegal não é mais adultério depois que se é batizado. Eles raciocinam que, quando se é batizado, todos os relacionamentos passados e obrigações são dissolvidos. Num sentido, pensa-se que o batismo lava todas as recordações do casamento anterior e do divórcio. Portanto, sendo-se casado com um segundo par seria, depois do batismo, contado como primeiro casamento.

Contudo, o perdão não muda o pecado. Se um ato é pecaminoso antes do batismo, continua pecaminoso após o batismo. Se tomar algo que não nos pertence é roubo, antes do batismo, o mesmo ato é roubo depois do batismo. Se deitar-se com um homem é homossexualismo. antes do batismo, continua sendo homossexualismo depois do batismo. Se o sexo com uma segunda esposa é adultério antes do batismo, é adultério depois do batismo. O batismo não muda a definição de pecado.

Certamente, quem é batizado corretamente é perdoado por seus pecados, mas é ele libertado de compromissos anteriores? Considere esta comparação: um homem gera um filho, depois o abandona. Então, quando ele se torna um cristão, recebendo o perdão pelo pecado do abandono do filho, também se desmancha o relacionamento do pai com o filho? Deixa ele de ter o laço de obrigação para com seu filho? Pode ele dizer "Eu não tenho que sustentar este filho no futuro porque eu fui perdoado do pecado de abandoná-lo no passado?" Agora, e se um homem é ligado por Deus a uma esposa? Então, ele a deixa e casa com a outra. Quando ele é perdoado, seu laço de obrigação para com sua esposa é desfeito? (Romanos 7). Antes dele ser perdoado ele estava ligado à primeira esposa e ter relação sexual com a segunda era errado. Depois do perdão ele ainda está ligado à primeira mulher e as relações com a segunda são erradas. Não devemos confundir perdão das ações pecaminosas do passado com a dissolução dos relacionamentos e o fim das obrigações.

O perdão no batismo não dissolve o laço de casamento daqueles que vivem juntos. Eis porque tais pessoas não precisam renovar seus votos para continuarem esposo e esposa depois do batismo. Do mesmo modo, o perdão no batismo não desfaz o laço de casamento entre aqueles que vivem separados (Romanos 7:1-3). Eis porque tais pessoas ligadas e separadas estão cometendo adultério quando vivem em um segundo casamento, tanto antes quanto depois do batismo.

Conclusão

Há um par de outros problemas com o ponto de vista segundo o qual o batismo santifica os casamentos adúlteros. Primeiro, e se um esposo é batizado e o outro não? Está agora um esposo vivendo em adultério, enquanto o outro esposo tem um casamento aprovado por Deus? Segundo, porque o perdão pelo sangue de Cristo não produz o mesmo efeito para o cristão que ora como para o não cristão que é batizado? Se o perdão santifica os casamentos adúlteros e torna a separação desnecessária, porque não faria o mesmo para qualquer indivíduo perdoado, sem levar em conta se seu pecado inicial foi cometido antes ou depois do batismo?

Jesus disse que divórcio e novo casamento é adultério (Marcos 10). Jesus fez do arrependimento uma condição para o perdão (Lucas 13:3,5). As escrituras unanimemente ensinam que aqueles que cometem adultério não irão para o céu (1 Coríntios 6:9-10). Eu não tenho o direito de mudar a Palavra de Cristo.

- por Gary Fisher
Estudos Biblicos - Piratas Espirituais

Estudos Biblicos - Piratas Espirituais


Jesus é o Soberano Senhor que nos resgatou (2 Pedro 2:1). A palavra original que identifica Jesus nesse versículo é a descrição de um dono de escravos. A figura é do Senhor que nos comprou para sermos sua propriedade particular (veja 1 Pedro 2:9; 1 Coríntios 6:19-20). Embora seja um Senhor bondoso, Jesus não deixa de ser o dono de todos os verdadeiros cristãos. Ele nos comprou e cuida de nós. Devemos-lhe tudo.

Estudos Biblicos - Piratas Espirituais

Estudos Biblicos - Piratas Espirituais
Mas Pedro nos avisa: Cuidado com os piratas! São falsos profetas, pessoas que não fizeram o sacrifício que Jesus fez e que não se preocupam com o nosso bem eterno. Usam palavras fictícias para fazer comércio dos servos de Deus (2 Pedro 2:3). Diferente do Salvador que nos resgatou para o nosso bem, esses falsos mestres querem nos vender para lucro próprio. São motivados pela avareza e vêem as outras pessoas - suas vítimas - como meros objetos que os ajudam a alcançar seus objetivos egoístas. Porque Jesus é o nosso legítimo dono, esses comerciantes religiosos são ladrões. Roubam e vendem o que pertence ao Senhor. Nada menos são do que piratas espirituais.

A figura da escravidão aparece outra vez no mesmo capítulo. Aquele que opta pelo pecado torna-se escravo da corrupção (2 Pedro 2:19). Pode acreditar que encontrou a liberdade, não se sujeitando a nenhuma lei ou princípio moral. Mas tornou-se, de fato, escravo de um senhor mau que destrói seus servos.

Jesus comprou-nos para que lhe servíssemos e garantiu as bênçãos de sua comunhão agora e para eternidade. Falsos mestres procuram roubar os discípulos do Senhor para vendê-los ao pecado. E estes, uma vez vendidos, tornam-se escravos da corrupção. Mas não são vítimas inocentes. Pedro escreveu esse capítulo para alertar-nos sobre as táticas dos inimigos, para que possamos evitar suas ciladas. Deus sabe libertar os justos (2 Pedro 2:9)!
-por Dennis Allan
Jonas- Fugiu de Deus da sua responsabilidade

Jonas- Fugiu de Deus da sua responsabilidade


Jonas Fugiu de Deus
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O livro de Jonas relata uma história fascinante, com uma mensagem poderosa. Se você não conhece esta história, tome alguns minutos para ler este pequeno livro (na minha Bíblia, tem menos de 3 páginas). Vamos observar alguns fatos desta história para entender a futilidade de tentar fugir da presença de Deus.

Deus enviou Jonas à ímpia cidade de Nínive para adverti-la contra a destruição iminente. Durante algum tempo, Deus havia tolerado a iniquidade desta cidade, que era capital do poderoso e cruel império da Assíria. Jonas sabia que esta nação apresentava a maior ameaça imaginável para seu próprio povo de Israel. O profeta temia e desprezava os ninivitas tanto que tentou fugir de Deus e da sua responsabilidade dada por Deus. Ao invés de ir direto para Nínive, como Deus havia ordenado, Jonas desceu para o porto de Jope e comprou uma passagem para viajar para Társis. Ele estava fugindo na direção oposta, tentando se distanciar de Nínive e do próprio Senhor!

Para qualquer pessoa que acredita na existência de um Deus infinito, a noção de fugir da presença do Senhor parece absurda. Para Jonas, um judeu privilegiado com uma revelação de muitos fatos sobre Deus, deveria ter sido uma ideia ridícula. Mas parece que este profeta sofreu das influências dos povos ao seu redor que acreditavam em deuses locais. Era comum entre os pagãos a noção de deuses limitados que teriam poder apenas em uma certa região. Aproximadamente 100 anos antes de Jonas tentar fugir de Deus, Ben-Hadade, o rei da Síria, foi derrotado por acreditar que o Senhor fosse “deus dos montes e não dos vales” (1 Reis 20:28). Jonas, com certeza, teria acesso a tais registros, mas não acreditou nas evidências históricas da soberania de Deus.

Jonas não acreditou que não há lugar para se escapar de Deus. Ele encontrou um barco que podia levá-lo a milhares de quilômetros para longe de Nínive, mas ele não podia esconder-se de Deus. O Soberano de quem ele tentou fugir mandou uma tempestade que quase tirou a sua vida e uma baleia que serviu como instrumento pouco provável para poupar este profeta rebelde. Jonas achou-se no meio do mar e depois na barriga de uma baleia, porém nunca achou um lugar onde Deus não o pudesse ver.

Depois de quase morrer no mar e dentro da baleia, Jonas se arrependeu e obedeceu a ordem do Senhor. Ele foi para Nínive e pregou aos ninivitas. Tantas pessoas se arrependeram que Deus mudou seus planos e poupou a cidade. Já imaginou como seria ensinar a palavra de Deus e ver centenas de milhares de pessoas recebendo esta mensagem salvadora de uma vez? Como o coração de um servo do Senhor ficaria alegre com esta reação positiva dos ouvintes.

Mas Jonas não se alegrou! Ele ainda desprezava o povo daquela grande cidade e queixou-se da misericórdia e compaixão de Deus! Falou que não queria pregar ao povo exatamente por este motivo, pois poderiam aceitar a palavra para serem salvos.

Jonas não entendia que a mesma misericórdia que o salvou do ventre da baleia também deveria salvar os ninivitas da ira de Deus. Ele desejava a compaixão de Deus na sua própria vida, mas não queria a mesma graça na vida dos outros!

Deus é muito maior do que esse profeta relutante reconhecia. Ele vê tudo: “todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas” (Hebreus 4:13). Ele quer salvar a todos: “ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhuma pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2 Pedro 3:9). Sua misericórdia e amor ultrapassam a nossa capacidade de entender (Efésios 3:17-21).

Não temos condições e, muito menos, motivos para fugir do Senhor. Este grande e poderoso Deus merece nossa completa submissão e nossa contínua adoração.
–por Dennis Allan
Pais Ensinam seus Filhos-amar e servir, começando com o próprio Senhor!

Pais Ensinam seus Filhos-amar e servir, começando com o próprio Senhor!


Pais Ensinam seus Filhos sobre o Compromisso com Deus
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Os pais que acreditam em Deus e na Bíblia como a palavra revelada por Deus precisam levar a sério seu papel na educação dos seus filhos. Esse ensinamento inclui os fatos a serem defendidos e aceitos como base da nossa vida, bem como condutas que refletem essa fé na prática coerente. A religião ensinada na Bíblia não é a egocêntrica gratificação de desejos sensuais que domina a sociedade atual; é a dedicação ao serviço, o compromisso de se entregar em amor ao próprio Senhor e aos outros seres humanos.

Jesus resumiu a responsabilidade humana em dois mandamentos: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mateus 22:37-39). O verdadeiro amor não é egoísta, nem motivado por seus próprios interesses (1 Coríntios 13:4-7). Em uma sociedade que incentiva a satisfação ilimitada e imediata dos desejos, o princípio ensinado por Jesus nos chama ao cumprimento de deveres.

Um dos primeiros seguidores de Jesus viu a religião como muito mais do que a prática ritualista de algumas tradições humanas. Tiago escreveu: “Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a língua, antes, enganando o próprio coração, a sua religião é vã. A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo” (Tiago 1:26-27). Enquanto o ensinamento na moda atual nos incentiva a realizar nossas próprias vontades, esse autor falou de controlar os desejos e manter um padrão de pureza estranho ao mundo. Frisou, também, uma atitude de serviço aos outros.

As palavras de Tiago não nos surpreendem quando nos lembramos da declaração de Jesus que inverte a sabedoria humana: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me” (Marcos 8:34). Um aspecto fundamental da mensagem de Jesus é a negação de si mesmo. Ele deu o exemplo perfeito quando foi humilhado e sacrificado a nosso favor.

Diante do ensinamento de Jesus, pais que amam seus filhos não podem seguir as tendências comuns de criar filhos egocêntricos acostumados a receber tudo que desejam. Pais cristãos não podem tratar seus filhos como o centro do seu universo. Os pais que vivem para agradar seus filhos instilam um senso de direitos que os leva para longe do Deus que os criou. Pais não foram feitos para adorar seus filhos. Filhos não nasceram para adorar seus pais. Nós todos – pais e filhos – existimos para adorar ao Senhor: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem” (Eclesiastes 12:13).

Apesar das doutrinas distorcidas pregadas hoje, Jesus não veio ao mundo para agradar aos homens, dando-lhes tudo que seus corações egoístas desejam. Ele veio para estabelecer seu reino, para assumir seu devido lugar como soberano sobre todos nós, assim nos resgatando dos nossos próprios pecados. Como soberano Rei, ele exige dos seus súditos a submissão total, o compromisso de obediência completa. Uma parte fundamental do processo de se tornar discípulo de Cristo é a decisão de se entregar em obediência. Jesus enviou seus apóstolos a divulgar a boa nova com estas palavras: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mateus 28:19-20).

Criar crianças egoístas significa encaminhar filhos para longe de Deus. Por isso, os pais que amam seus filhos ensinam a importância da fidelidade em cumprir compromissos e se preocupam muito mais com deveres do que com sentimentos. Esses pais ajudam os filhos a perguntarem o que Deus deseja e o que eles devem fazer. Diminuem o “eu” para engrandecer o Criador e Salvador. Incentivam o serviço nas palavras, nas expectativas estabelecidas e nos exemplos dados. Criam filhos que agradam a Deus e que servem aos outros.

Pais, ensinem seus filhos a amar e servir, começando com o próprio Senhor!

-por Dennis Allan
AMANTE- A LUZ DA BIBLIA

AMANTE- A LUZ DA BIBLIA


NÃO SE ILUDA, SER AMANTE É SER FUNCIONÁRO,DO INFERNO!

A conversa é sempre a mesma, seja homem ou mulher, a historinha sempre se repete. "Meu casamento não vai bem", "Minha esposa não me entendi", "Minha vida sexual é um fracasso", "Meu marido é um grosso", "Não aguento mais viver infeliz". Blá, blá, blá... Infelizmente sabemos que casamento é um desafio, viver casado é um ministério que poucos entendem o verdadeiro significado. Agora, viver na prática do adultério, se envolvendo com pessoas comprometidas, destruindo lares é burrice e as consequências são terríveis. Quem escolheu ser amante, sendo homem ou mulher, não adianta acreditar que Deus tem a obrigação de te abençoar. Deus não vai abençoar quem está na prática do adultério. Infelizmente algumas pessoas são muito cara de pau, vivem buscando revelação de Deus, para saber se uma união gerada no adultério tem chances de dar certo. Se você está nesta situação, entenda uma coisa, Deus não tem compromisso com quem destrói lares e nem ouve orações de quem vive na pratica do adultério. O mesmo demônio que usa uma pessoa para destruir uma família, amanhã usará outra, para destruir o lar que ele mesmo gerou. 
Antes de sair procurando um novo namorado ou namorada certifique-se, se a pessoa é casada ou não, se for, não empreste seu corpo para ser usado por uma pombagira e nem a sua carteira de trabalho para ser um funcionário do inferno.

NINGUÉM CONSEGUIRÁ SER FELIZ DIANTE DE DEUS, PROVOCANDO A INFELICIDADE NOS OUTROS.
Arte e texto: Pastor Melqui